Salve, salve galera Pega a Pipoca diferente hoje, só para
quebrar paradigmas, sair da rotina, então o Pega a Pipoca que normalmente é
feito lá no ID, hoje será aqui nesse blog e lá no ID teremos uma discussão que
na verdade deverá se arrastar para aquele grupo no facebook (se não participa,
clique no link e venha trocar uma ideia conosco).
Bom, hoje eu vou falar de um filme que me emocionou muito,
um tipo de história que esteve mais em alta, mas eu prefiro mesmo é sair do
modismo, hoje vamos falar de zumbis, ou mais precisamente I am Legend. E para
não perder o hábito, em português Eu Sou a Lenda.
Então meus caros, peguem seus companheiros mais próximos e vamos lá.

Por onde começo? Talvez por um toque pessoal, eu adoro esse
filme, mesmo. Eu tenho para mim que esse é um dos papeis mais icônicos e que
mais exigem do ator Will Smith, além do físico, tem também toda a parcela
emocional e isso é o que eu quero trabalhar com vocês agora. Na verdade, essa é
uma adaptação do livro homônimo de 1954, sendo que o mesmo estúdio, a Warner
detém os direitos dessa história desde 1970 e essa já é a terceira adaptação as
telas, acaba que a junção de um produtor oscarizado, do diretor Francis
Lawrence e de Will termina
por realizar o que hollywood pode fazer de melhor, gigantescas cenas
megalomaníacas como a da cidade de Nova York deserta, que de fato foi gravada
dentro da cidade. O diretor não esconde que duas versões do final da
produção foram gravadas sendo a primeira mais filosófica, subjetivo, porem
acaba por ser removido em detrimento de um final "mais comercial",
nas palavras do próprio diretor (e honestamente, o final comercial nos deixa
até mais revoltados).
O filme em si é
silencioso, passa quase dois terços apoiados apenas em um personagem e uma
cachorra. O cineasta conta sua história com imagens e Will Smith
responde a isso. O bom ator, perfeito no papel de Robert Neville, tem alguns monólogos e acompanha seu
diretor nos pequenos momentos que dão toda a riqueza do filme. A gente até
repara em alguns pontos, mais fracos, se podemos assim chamar, como os monstros
fora dos padrões, quero dizer se você assiste os extras do filme, você percebe
o quanto aquilo foi levado a sério em termos de realismo, houve pesquisas no
NIV (instituto nacional de virologia em inglês). Lá é dito que essa doença
seria uma mistura de várias outras, dentre elas a raiva, mas não explica como
essa doença mudou as pessoas fisicamente, mas deixemos isso de lado, o filme é bom
demais para se ater a esse detalhe. E essa pesquisa no instituto americano de virologia não é unica, nos extras vemos todo o preparo do ator e mais bacana ainda, o da cachorra, todo o cuidado que tiveram com ela, gente é uma coisa impressionante, tentarei disponibilizar se eu achar.
Smith está
competente como nunca (atenção para a cena com o cachorro no laboratório e as
discussões com Ana, vivida pela brasileira Alice Braga), o cineasta
sabe direitinho o que faz e o roteiro tem um ritmo diferente do que normalmente
se vê por aí. Quando ele declara com absoluta certeza, que pode consertar tudo, que pode fazer as coisas voltarem ao normal, você é capaz de sentir as emoções transbordando dele, o cara é muito zica.
Roteiro: Preciso
dizer mais? Ritmado, com bons monólogos e que se desenvolve em boa parte com
apenas um humano racional, o roteiro do filme, mais as passagens em uma Nova
Iorque totalmente deserta incluindo a cena em um porta aviões, faz deste um
filme que mesmo tendo que atender apelos comerciais, ainda seja uma obra que
vale a pena ser vista.
Personagens:
Smith: É um baita ator, segura sozinho toda a
dificuldade que seu personagem deve passar, está em ótimo preparo, físico e
mental, dramático nas cenas necessárias, transmitindo para os expectadores seu
desespero e esperança de que ainda pode consertar tudo sozinho. Por favor
reparem bem na cena do cachorro, confesso que me emocionei em determinada cena mais com a dublagem brasileira do que com a voz original, mas enfim.
Braga: Isso mesmo, temos uma atriz brasileira aqui
e olha, o papel e o comprometimento da atriz, digo isso depois de acompanhar
algumas peculiaridades dos extras, são realmente impressionantes, o papel dela
é desproporcional se compararmos ao do Will, mas o filme retrata a história de
um homem solitário em uma cidade vazia, ainda assim ela consegue conduzir muito bem aquele papel de mediadora, entre Robert e Deus, mandando ele escutar o plano e sendo meio que sua voz da consciência, Alice é na falta de outra expressão, encantadora demais.
“Vou dizer o que acho do plano do seu Deus. Havia 6
bilhões de pessoas no mundo quando vírus se tornou letal, o vírus matou 90%
das pessoas, são 5,4 bilhões de pessoas mortas e todas sangraram até morrer.
Menos de 1% de imunidade e restaram 12 milhões de pessoas saudáveis como eu e
você, todos os outros 588 milhões se transformaram em vampiras e elas ficaram
com fome. E elas mataram e se alimentaram de todo mundo. Todas as pessoas que
você, ou eu conhecemos morreram. MORRERAM! Deus não existe! Deus não existe." - Will Smith.
Esse filme é tão forte e tão triste ao mesmo tempo. =/
ResponderExcluirSeguindo o blog!
http://postandotrechos.blogspot.com.br/
Oi LP!
ResponderExcluirJá vi esse filme e gostei bastante.
Não sabia que tinha final alternativo, mas gostei bastante do final usado. Consegui me emocionar.
Beijos
http://estante-da-ale.blogspot.com.br/
Oh céus, finalmente um filme que eu assisti e entendi! hahahahaha
ResponderExcluirConcordo que esse é um dos melhores papeis de Will! A parte em que ele conversa com a manequim na locadora, pedindo para que ela respondesse, é de partir o coração!
Eu só não curti o final, sabe? Pra mim foi tipo como o final de Titanic...tinha espaço! hahahaha
E sobre o final alternativo, nunca vi! Vou ver seu post no ID! :P
Beijo
- Tamires
Blog Meu Epílogo | Instagram | Facebook
Gosto muito desse filme também, mas não tanto quanto você. Não tinha percebido em detalhes como você fez e escreveu em seu post.Acredito que conhecer melhor sobre a história do filme, de como foi a produção e tudo mais te dá mais propriedade pra falar dele, assim como você fez em seu post. Muito legal.
ResponderExcluirP.S: é difícil ler seu blog por conta do fundo preto e as letras brancas. Uso óculos e minha visão fica terrível ao final do post, desculpe se não comentei sobre todo o texto em si, mas é difícil mesmo a leitura.rs
Beijos!
http://mon-autre.blogspot.com.br/
Eu chorei tanto com esse filme e não tenho medo de assumir =(, muito bom, mas triste!
ResponderExcluirExiste um final alternativo??? Não fazia ideia disso o_o esse filme é incrível, não tenho nem palavras pra descrevê-lo, e sua resenha também ficou ótima!
ResponderExcluirxx Carol
http://caverna-literaria.blogspot.com.br/2015/08/tag-frases-de-mae.html
Tem tag nova no blog, vem conferir!
Oiie,
ResponderExcluirEu amo esse filme, acho a atuação o Smith impecável, e os dois finais são excelentes, não sei dizer qual gosto mais...
Beijos,
Juh
http://umminutoumlivro.blogspot.com.br
Oi Luiz!
ResponderExcluirFoi só esse ano que eu descobri que o filme era baseado em um livro, acredita? Pretendo ler porque acho a premissa bem interessante.
Não sabia que havia um final alternativo.
Beijos,
alemdacontracapa.blogspot.com
Olá!
ResponderExcluirAdmito que quase parei de assistir naquela cena famosa com a cachorra ... chorei litros!!!
Fiquei curiosa para saber que final alternativo é esse.
Beijos!
SUA ESTANTE
Gatita&Cia.
Oi! Já faz um bom tempo que eu assisti esse filme... ou melhor, comecei a assistir ele mas se não me engano parei na cena que a cadela morre. Esse tipo de cena me deixa triste...
ResponderExcluirLembro bem pouco desse filme mas a atuação do Will foi realmente ótima.
beijos
Oi Luiz!
ResponderExcluirEu adoro esse filme! Nem tenho curiosidade de ler o livro, pois ouvi dizer que é bem diferente e que o protagonista não tem esse sonho de salvar o mundo e tudo mais.
Fiquei bem curiosa por esse final anternativo!
Beijos,
Priscilla
http://infinitasvidas.wordpress.com
Oi Lp! De novo!
ResponderExcluirEu tô enchendo o saco, né?! ahuahau Bom, sobre Eu sou a lenda, adorei saber do final alternativo, e curti bastante! Esse é um dos filmes que eu posso dizer que gosto bastante!
Você tem razão! Sobre sermos formadores de opinião, na sua resposta eu vi que é bem verdade, o jeito que você fala sobre os filmes me faz querer mesmo assistir, e poder comentar tb! então... vc ajuda a formar a minha opinião sobre filmes! Era isso, só pra dizer que curti sua resposta!
Bjinhos
JuJu
As Besteiras Que Me Contam