quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Beat of the Heart

Salve, salve galera! Manda LP mais uma vez trazendo outra coluna inédita só para vocês, se essas colunas vão durar ou não, só o tempo vai dizer, mas enquanto elas saem acho melhor vocês aproveitarem.
No post de hoje pessoal, eu vou me dedicar a falar de um dos elementos que mais mexem conosco nos filmes, mas não, não estou falando de figurino, nem de fotografia, nem de paleta de cores, hoje eu vou falar de um elemento discreto e ao mesmo tempo que salta em cima de nós, algo que nos transporta por um mar de emoções e sensações enquanto seguimos a jornada que se desenrola bem diante dos nossos olhos. Hoje minhas amigas e meus amigos, vou falar da trilha sonora.
Porém como tudo aqui no QS eu vou evitar entrar em termos muito complicados, vou fugir daquela parte mais técnica e ficar mais com a sensação que a trilha nos traz. A trilha de hoje faz parte de um Pega a Pipoca postado no blog da Pâm, o filme, que é meu segundo preferido de todos os tempos se chama What If e é protagonizado pelo Harry Potter e pela Zoe Kazan.

Existem duas músicas que eu irei destacar nesse filme, duas que eu acho que nos colocam em total imersão quanto a proposta que está sendo transmitida na tela e digo mais, são de tal forma tão boas que mesmo depois que o filme acaba, ao ouvi-las, ainda somos transportados pelo mesmo mar de emoções.
Então, vamos lá?
(Ballad of Wallace and Chantry) Não posso dizer com absoluta certeza que reconheço o instrumento que inicia essa música em particular, até porque não possuo o conhecimento técnico, mas o que eu sinto quando escuto essa canção são notas aparentemente rápidas que parecem até hipnóticas. Produzidas de maneira uniforme durante toda a sequência da música até seus acordes finais. Essa falta de “expectativa” quanto a um crescendo é o que dá a calma e a tranquilidade do tom. Possuindo um total de 2:28 minutos, essa é sem dúvidas o tipo de música que ao se escutar a gente tem vontade de abraçar a primeira coisa em nossa frente e olha que eu sou um cara tipo 0 sentimental...

(Beach Bummer) De alguma forma que ainda não consigo entender, essa música em particular mexe comigo, aquece meu coração com um certo grau de positividade que eu não sei de onde vem, sua entrada com violão acalma bastante e seu decorrer associada com determinada passagem romântica do filme cria uma expectativa para que a história de amor dos protagonistas de certo. A música parece ter uma capacidade de nos jogar dentro de uma bolha, um mundo particular onde temos certeza que nada pode dar errado. A vocalização inicia entre 0:16 e 0:17, mas ela não possui qualquer letra, tudo o que tem pode ser descrito apenas como um murmúrio? Que serve para aumentar a calma em torno dos acontecimentos que permeiam a história. Com um total de 2:07 minutos ela é bem curta como boa parte das músicas de filmes, não dando tempo de se perder entre os acordes em mantendo seu foco principal.

Bom galera, vou me despedindo de vocês e espero que possam aproveitar a trilha que compõe este filme, que pode até ser bem fraco, mas possui músicas verdadeiramente encantadoras. E a coluna volta depois do próximo Pega a Pipoca.


Evidentemente que o papai não iria deixar vocês sem as musicas.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Veredito: A Lenda de Tarzan


Salve, salve galera, olha o LP fazendo o inacreditável, mais um texto e rápido até! Bom hoje eu trago pra vocês o retorno da coluna veredito. Hoje vamos avaliar um filme que estreou agora no final de julho, do estúdio Warner Bos. A Lenda de Tarzan, no original The Legendo f Tarzan.
“Já se passaram muitos anos desde que o homem conhecido como Tarzan deixou as selvas de África para viver em Londres como John Clayton III, Lorde Greystoke, junto de sua esposa, Jane Porter. Agora, foi convidado para regressar ao Congo para servir como emissário do Parlamento, sem perceber que é apenas um peão numa convergência letal de ganância e vingança, engendrada pelo corrupto Capitão Rom. ”
Eu soube que dois anos atrás havia saído uma versão do Tarzan e achei até estranho pelo fato de não ter ideia desse filme, daí eu soube que foi um fracasso tão retumbante que saiu em um circuito baixíssimo de cinema, então realmente não havia como eu saber dele... Realidade é que mesmo que não fosse uma boa ideia trazer esse filme em um espaço tão curto de tempo há neste em especial alguns elementos que funcionam bem paca! Dentre eles nós podemos citar: a atuação do elenco, a história que trata de temas bastante atuais e mesmo os efeitos especiais em determinados momentos, mas vamos com calma.
O maior problema do filme é o roteiro, infelizmente é bem mal amarrado, há justificativas que são bem confusas e deixam o público insatisfeito com o argumento, fica muito difícil dizer quais cenas são sem entregar spoilers, mas onde posso dizer outro pecado talvez está na falta de simpatia que as pessoas podem eventualmente sentir pelo fato de neste filme não acompanharem a ascensão do herói, mas na visão de que vos escreve esse texto eu não creio que esse seja um problema.

No quesito atuação não há do que reclamar, tanto Skarsgard quanto Robbie nos papeis de protagonistas quanto o vilão de Christopher Waltz e mesmo Samuel Jackson que eu nem sabia que estava nesse filme, desempenham com maestria seus papeis, dando o toque de humor, a força e vilania que lhes são exigidos, mas há um problema quanto a decisão de quem seria o vilão do filme o chefe Mbonga (Djimon Hounsou) ou o do típico inglês religioso. Há nesse quesito uma indecisão por parte do longa em decidir quem é o vilão de verdade na história.
Na parte dos efeitos temos outro problema, os efeitos parados são muito bons, na cena em que ele se encontra com as leoas que é muito bem feita e passa um realismo muito crível, porem como vocês já devem ter percebido existe aqui também outro problema uma vez que quando a cena passa para algo mais movimentado os efeitos tonam-se mais artificiais que não honram o gordo orçamento de US$ 180.000.000,00.


Em resumo galera, neste filme não há infelizmente um ponto positivo que não possa ser rebatido com um defeito obvio, então infelizmente ele acaba por se tornar um filme bem mediano.




  • Selo Cameron de obra mediana: Nãoé um filme ruim, entendam, porém é uma obra que para cada ponto positivo, há pelo menos um negativo correspondente, então sou obrigado a dar 3/5

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Match dos Filmes

Salve, salve galera, olha o LP chegando aqui com uma nova coluna. A realidade é que sou preguiçoso, muito mesmo, mas funciono bem sobre alguma pressão e graças as minhas amigas a pressão veio e por meio desta surgiu esse post, vamos ver se a qualidade se mantêm!
Bom o intuito do tema (dado aleatoriamente a mim pela Pâm do ID) é Síndrome de Estocolmo e para falar dessa peculiar “doença” psicopatológica eu escolhi dois filmes bem distintos o primeiro é Um Ato de Coragem (John Q) estrelado pelo Denzel Washington, o segundo 3096 dias de cativeiro é baseado no livro escrito pela própria vítima, então vamos lá?
A síndrome de Estocolmo é o estado psicológico desenvolvido por pessoas que são vítimas de sequestro. Surge a partir de tentativas da vítima de se identificar com o seu captor ou de conquistar a simpatia do sequestrador.
“John Quincy Archibald é um pai e marido cujo filho é diagnosticado com um cardiomegalia e descobre que não pode receber um transplante pois o seu seguro de saúde (do tipo HMO) não cobre a condição. Archibald decide então tomar um a um os pacientes de um hospital como reféns até que o hospital coloque o nome de seu filho na lista dos recipientes de órgãos.”

“O filme é baseado na história real de Natascha Kampusch, que foi raptada e mantida em cativeiro entre os anos de 1998 e 2006. Capturada em uma rua de Viena aos dez anos, o longa narra sua vida ainda em liberdade, passando pelo período de isolamento completo do mundo exterior, onde sofreu abusos físicos e psicológicos, até o momento de sua fuga e readaptação a vida em sociedade. ”
Para começar uma visão superficial de cada filme, uma vez que o intuito não é fazer uma crítica. Em um ato de coragem o principal plot da história está na luta do pai que sequestra um hospital a fim de salvar a vida do filho e de quem sabe com isso mudar as leis de saúde do pais. Uma história bonita, emocionante da luta de um pai para salvar o próprio filho, mas que quando comparada a realidade na qual vivemos acaba sendo uma tremenda besteira irreal e inocente, mas cá entre nós eu particularmente se quisesse algo real veria um documentário...
Já do lado do 3096 temos a história real da Natascha, sequestrada aos dez anos e que foge quando completa 18. Como trata justamente do tema sequestro que é o meio como a síndrome costuma a surgir, não falarei tanto dele.
Evidente que tive que me aprofundar no famoso caso de Natascha além de assistir ao filme, em John Q a parte da síndrome é bem simples e fácil de entender uma vez que as vítimas de sequestro simpatizam com o pobre pai de família, torcendo para que desce certo e ajudando de certa forma, principalmente quando ele se oferece para dar o próprio coração ao filho e ao fim de toda a saga do inocente pai os médicos e pacientes que lá estavam até testemunha a favor do personagem do Denzel. Por outro lado, no 3096 o que eu pude perceber e aqui vou além do filme, mais do que a síndrome eu pude perceber uma certa inanição por parte da garota em algumas passagens de sua vida, que julgo ter sido causada talvez por problemas psicológicos. O filme não apresenta uma simpatia entre agressor e agredido, mostra mais uma relação de superioridade, com predomínio do medo.

Acho interessante ressaltar como a atuação nas duas passagens é boa, mas como o foco central em cada uma é diferente, na realidade eu acho que Síndrome de Estocolmo em seus termos propriamente ditos só existe em John Q, o que 3096 dias me passou na realidade foi zero simpatia por parte de Natascha para com seu sequestrador, apenas uma necessidade de convívio e uma enorme força psicológica para resistir aos anos de cativeiro.

sábado, 6 de agosto de 2016

LJB: Batman vs. Superman vs. Capitão América vs. Homem de Ferro

E a Liga da Justiça se reúne novamente, dessa vez na maior batalha do ano. De tão difícil que é esta batalha minhas companheiras chegaram a recear, temendo uma iminente derrota. Não posso culpa-las, ainda são fracas precisam confiar mais em mim, que eu posso protege-las, que com minha liderança nós venceremos.
Agora deixando a costumeira introdução de HQ que eu sempre faço nesses posts especiais, vamos ao que realmente importa, pois hoje vou fechar a batalha de titãs entre Batman vs. Superman vs. Homem de Ferro vs. Capitão América. Acompanhem o começo de tudo nos blogs da Mulher Maravilha (Tami), Batman (Pâm), Homem de Ferro (Juju), só vou falar das outras quando elegerem seus heróis.
Pra começo, devo elucidar bem sobre o que se tratara meu texto. Basicamente eu vou comparar o que foi feito nos dois estúdios, tanto quanto a narrativa, quanto a atuação, retocando a formula adotada nas duas películas. Então, vamos lá?

Roteiro:
A Marvel é famosa por adotar desde o seu primeiro filme uma formula que tem se mostrado um tanto quanto lucrativa, seus filmes são leves e bem regados a humor, mesmo quando há um enredo que em tese deveria ser um tanto grave como é o caso da ruptura dos Vingadores, uma equipe que tinha sobrevivido mesmo quando um dos membros criou uma IA que quase destruiu o mundo. O maior problema para mim é que em nenhum momento fui capaz de sentir as emoções que as situações exigiam dos heróis, por exemplo: no caso da queda do Rhodes, Tony em nenum momento tem raiva de Steve, afinal se ele tivesse sido mais coerente o Maquina de Combate não ficaria paraplégico. Mas isso só acontece porque a intenção é evitar a apologia a violência, uma vez que com isso a Disney deixaria de atingir os quatro quadrados (homens, mulheres, adultos e crianças, se não estou enganado). Porém verdade seja dita, em termos de construção o roteiro de Guerra Civil é muito bem amarrado, se compararmos ao filme do outro estudio uma vez que suas justificativas são coesas e os arcos são bem fechados, tendo apenas um ou outro deslize no que tange o decorrer da história. A falha miserável está por conta da falta de vilão, o Zemo não impressiona e poderia facilmente ser anulado pois de nenhuma forma ele é essencial para fazer os eventos se desenrolarem. na realidade esse é um ponto que merece atenção, uma vez que com a exceção de Loki, que está mais para anti-heroi, a Marvel não teve nenhum vilão decente...
Do outro lado da moeda nós temos algo mais complicado, muito por conta da ousadia. Em Batman vs. Superman os fatos tendem a se desenrolar como se fossem pequenas peças de quebra cabeça isoladas que são coladas umas as outras e cabe a você fazer isso, as cenas parecem ser independentes entre si e esse é um dos maiores pecados do filme em termos de narrativa, já que nem todos os espectadores vão conseguir fazer isso, há uma lineariedade por parte da Marvel que não ocorre nos filmes da DC, talvez porque ela ainda não conseguiu encontrar sua identidade, seu maestro.
Vale citar também a maneira com a qual as duas mídias sofreram sua adaptação dos quadrinhos e, afirmo com plena certeza, Guerra Civil teve muito mais modificações do que a BvS, existe neste último filme trechos inteiros que foram retirados da HQ o Cavaleiro das Trevas e simplesmente passados em live action. Enquanto na casa das ideias só o que houve foram os chamados fã service, como a cena do raio repulsor e do escudo.
Outro ponto que deve ser citado é um erro de muita coragem que o diretor Zack Snyder cometeu, uma vez que ele se utiliza do mesmo método para contar histórias que o autor da HQ original, Frank Miller, quando em determinada cena ele põe a opinião pública através da televisão para dar o parecer do caso do alienígena Kal-EL, uma técnica corajosa, mas que tenho a impressão, falhou com seu objetivo. Concluindo, no fim das contas, nesse quesito quem leva melhor no sentido coesão é Guerra Civil, porém quem traz uma proposta inovadora e que acredito eu, o mercado estava sedento foi a DC. Meu professor me disse certa vez, as vezes melhor do que fazer certo você tem de ousar, agora cabe a vocês decidirem o que é melhor, ousadia ou um acerto pontual.

Personagens:
Depressivos, essa era a proposta do filme da trindade e cada um dos atores cumpriu sua missão com maestria. Uma coisa é fato e não pode ser negada, em termos de representação em se tratando desses dois filmes, a diferença na entrega de cada um dos personagens, tanto física, quanto psicologicamente falando é absurda se comparado ao CW. Um exemplo que poderia citar aqui facilmente está na cena em que BatAffleck quebra a pia do banheiro nas costas do Cavill, a câmera dá um close no rosto do homem morcego e a raiva, o ódio, o desejo por sangue é tão evidente que por um momento eu mesmo fiquei assustado. Do lado da outra editora, por mais que o Tony esteja cansado, em nenhum momento você compra o que ele está sentido. Infelizmente no que trata outros dois personagens eu terei de discordar ligeiramente da Pâm ao dizer que o Evans não está tão solido em sua atuação, principalmente se comparado com o deus todo-poderoso Superman. Minha amiga Pâm pegou apenas uma parte da essência desse personagem que é retratada no filme, ele está mais egoísta? Sim, tanto é verdade que isso tornou o personagem muito mais identificável do que ele jamais foi, mas ao mesmo tempo, como podemos ver, ele interrompe sua cruzada contra o morcego para salvar a menina do prédio em chamas, fiquem com isso em mente: “Talvez ele seja apenas um cara tentando fazer o que é certo. ”

Apesar dos pesares, Superman consegu entregar as duvidas e incertezas que um homem em sua posição devem ter com muita habilidade, uma das cenas emocionais que mais me chamaram atenção no filme foi durante a explosão do capitólio, a famosa cena do chá de pêssego da vovó, cada ator ali envolvido, desde a senadora, cujo o qual tem suas mão trêmulas enquanto vê o chá de pêssego, passando pela assistente do Luthor e sua nitida confusão até a vitima da bomba, todos entregam suas emoções de maneira magistral, mas é o Superman que ao final entrega a melhor expressão de todas, uma mistura de desapontamento com inevitabilidade que levanta a questão, o que passa na cabeça de deus quando ele passa por uma situação como aquela, alguém com tanto poder vendo os outros morrer sem saber extamente a razão, me parece uma indagação de que nada poderia ser feito. Então a cena seguinte nos mostra a grandiosidade desse Superman em detrimento a qualquer outro, a profundidade do que é ser o homem mais poderoso da Terra, a dor de se fazer o bem e apenas o bem.

"Todo esse tempo eu vivi minha vida do jeito que meu pai planejou. Consertando erros para um fantasma. Pensando que estava aqui para fazer o bem. Superman nunca foi real, era apenas o sonho de um fazendeiro do Kansas."


A mistura da trilha sonora, do diálogo e das expressões do Cavill, com minha vida particular me fizeram chorar igual a um bebê. 

Na parte dos vilões acho desnecessário enfatizar o Lex comparado ao Zemo e falo sério, não farei isso.

Concluindo, porque sinceramente eu poderia divagar por linhas e linhas indefinidamente, ambos são bons filmes à sua maneira. Guerra Civil entrega um roteiro mais fechado, melhor amarrado e coeso, além de é claro possuir a famosa e lucrativa formula Marvel. Já Batman v. Superman tem elementos pontuais melhores, como a atuação do elenco, cenas em quadros com uma produção mais desenvolta, além de é claro um vilão com muito mais peso, porém se tivesse que escolher apenas um deles eu escolheria BvS pela simples coragem que o filme destoa, uma ousadia em trazer algo diferente, ainda que com alguns pecados.







sexta-feira, 24 de junho de 2016

LJB: X-Men Apocalypse

Salve, salve galera. Foram dois meses longe de vocês, muito tempo eu sei, mas houve uma razão para isso. Eu sou o maior e mais poderoso homem de toda a Terra e como tal as vezes me vejo diante de ameaças, perigos que preciso enfrentar para manter a segurança de todos. Por isso estive ausente, infelizmente, enquanto estive fora a Liga da Justiça também freou suas atividades, culpa minha eu deveria saber que não sou humano, sou Superman, logo eu devo sempre dar o exemplo já que todo mundo acaba mirando em mim, todos ouvem o que tenho a dizer. Se lhes disser para lutar eles vão lutar, mas precisam ser inspirados e preciso aceitar os fatos, não poderia inspirar ninguém morto. (Trecho adaptado de Crise Infinita)
*A nossa poderosa Liga é formada pela Ale, Juju, Pâm, Tami e por mim.
Pois bem, minha primeira atividade no retorno é a de abrir comentários ao último filme de super-heróis lançado, eu sei que vocês esperam que eu fale de Capitão América e farei isso em um evento bem especial, mas hoje fiquemos com o filme que também é da Marvel, onde dividirei nos moldes de Batman vs Superman, falarei do roteiro dos personagens explicarei a cena pós credito e a participação especial do Wolverine que estão correlacionadas:  X-Men, Apocalypse.
“Também conhecido como Apocalipse, En Sabah Nur (Oscar Isaac) é o mutante original. Após milhares de anos, ele volta a vida disposto a garantir sua supremacia e acabar com a humanidade. Ele seleciona quatro Cavaleiros nas figuras de Magneto (Michael Fassbender), Psylocke (Olivia Munn), Anjo (Ben Hardy) e Tempestade (Alexandra Shipp). Do outro lado, o professor Charles Xavier (James McAvoy) conta com uma série de novos alunos, como Jean Grey (Sophie Turner), Ciclope (Tye Sheridan) e Noturno (Kodi Smit-McPhee), além de caras conhecidas como Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult) e Mercúrio (Evan Peters), para tentar impedir o vilão.”

Roteiro: É interessante observamos que esse filme mantem o retorno da base criativa do começo da franquia dos X-Men, com Brian Singer e Simon Kinberg, dupla que participou da concepção dos primeiros filmes. Essa franquia de filmes, galera, pra quem já leu meu segundo Pega a Pipoca no blog da Pâm, vai saber que é uma das mais confusas em termos de linha temporal, que sofre reboot, desboot e contraboot nos seus seis filmes e a única coisa que nós temos certeza em todos eles é que o Hugh Jackman vai ser o Wolverine. Mas verdade seja dita, o primeiro filme da nova trilogia até que é bom, o First Class que traz uma nova leitura de personagens, bons atores em papeis bacanas, de longe ele foi o melhor filme, pulando para o segundo em ordem o Dias de um Futuro Esquecido tem o papel mais importante de todos, reiniciar a franquia e como todos nós sabemos, nada como viagens no tempo para desfazer erros do passado. E o filme é bom, não fosse a maldita cena final da Mística resgatando o Logan que deixa tudo confuso de novo. Agora cabia a esse terceiro filme a difícil missão de não cagar com tudo e até consegue, mas infelizmente deixa aquele gostinho de “podia ter sido melhor. ” A gente já pode começar com uma piada muito bem feita em que a Jean afirma que o terceiro filme é sempre o pior, numa referência clara ao Confronto Final e inconsciente, tenho certeza, a esse mesmo filme que também é o terceiro da nova era.
Vale então destacar que esse não traz um toque a mais em seu roteiro, apenas se utiliza como apoio do Primeira Classe, onde inclusive traz além de personagens, um flashback ou outro relembrando de algumas cenas ou seja, um feijão com arroz bem básico. Ressaltando também que Singer, sabe como poucos fazer uma cena solo de ação, vide a do Noturno em X-Men 2, mas o diretor peca bastante no trabalho de equipe, o que acaba deixando tudo meio capenga. É um pouco chato porque eu não vejo como falar do roteiro dessa bagaça e é difícil vocês acharem, mesmo nos grandes portais alguém que faça isso, porque o roteiro é bem simples, sem ambição, ele apenas recicla as coisas que deram certo e fica ok, nada demais, entendem?

Atores: Aqui sim pode render alguma coisa pelo simples fato de ter uma porrada de novos personagens e eu evidentemente vou dar enfoque apenas aos jovens, porque todo mundo sabe o que eu acho do McAvoy, Fassbender e como eu não gosto da Jennifer Lawrence no papel de Mística, pelo fato de ela ser estrela demais, sei que isso não é culpa dela, mas acaba atrapalhando, vejam que nem vilã ela é, pelo amor.
Tye Sheridan: Interpretou o Ciclope, se pegarmos como parâmetro apenas o primeiro, esse novo ator deveria ganhar um óscar, conseguiu transmitir a confusão de um Scott ganhando os poderes, deveria assumir o papel de líder dos mutantes, mas em razão da Mística acabou por ficar ligeiramente em segundo plano nesse quesito, precisa ser um pouco mais coxinha pra ficar como o Ciclope dos quadrinhos, mas estou mais satisfeito porque o diretor garantiu que essa vai ser a última versão do personagem.
Sophie Turner: Se pudesse descrevê-la em uma expressão, com certeza seria “sem sal”, talvez seja porque ela é jovem, ainda tem o que aprender, mas eu não consegui sentir a dor, a angustia que ela deveria passar por ter a força fênix dentro dela e o primeiro contato com o vilão Apocalipse, infelizmente como tudo nesse filme ela foi apenas mediana.
Alexandra Shipp: Em termos de construção de personagem, evolução de arco e interpretação eu acredito que ela seja a melhor, eu adorei a personagem, o estilo o envolvimento, ainda achei que a motivação foi fraca, culpa do roteiro, mas particularmente eu gostei da atriz.
Kodi Smit-McPhee: Indo contra a opinião geral, eu não odiei esse personagem, na verdade eu gostei bastante pelo simples ar diferente que foi dado a ele, ainda que mantendo a base bem religiosa e vinda de uma terra distante que ele possui.
Oscar Isaac: Eu gostei da proposta do vilão, na real, o que se via dele nos quadrinho ficaria um lixo nos cinemas, porque nas HQs ele nada mais é do que um tanque de guerra, pelo menos essa visão do personagem, tentaram abordar um lado mais psicológico, como uma espécie de líder de culto e ao meu ver, eles conseguiram, desde os primeiros minutos onde ele é traído por seus seguidores, até o momento final, onde ele mesmo se considera um deus e pai de todos os mutantes. Eu acredito que na proposta que lhe foi dada o ator e o vilão estavam bem.
Olivia Munn e Ben Hardy: Deles só posso dizer que a caracterização estava boa, porque se substituíssem eles por cones, ninguém iria notar.
Evan Peters: Guardei o melhor para o final simplesmente porque esse virou o personagem que desafoga o filme, onde recebe uma cena inteira só para ele e surpreende a todos porque pode ser um personagem com um grande potencial, diferente de sua versão Disney, que cá entre nós não merecia outra coisa que não a morte.

Cenas:
  • Vou começar falando da volta do Wolverine: Basicamente o que temos nos rápidos minutos em que ele aparece é um fan service, onde nos podemos ver uma referencia direta a aparição dele nas HQs da arma X, esqueçam o Origens, o certo era pra ele ser daquele jeitão mesmo, meio animal sim, violento ao extremo, com aqueles parafusos no corpo, só a mascara que devia cobrir toda a cara dele, mas sabemos que o Hugh está para X-Men, assim como biscoito Calypso está para torta holandesa, não importa de quem seja a receita, a gente só que ver uma bem ali em cima, no meio do doce.
  • A parte da cena pós créditos eu tenho certeza que muita gente não entendeu, né? Então, a Essex Inc. É a empresa do Nathaniel Essex, mais conhecido como Senhor Sinistro, um humano modificado geneticamente que recebeu poderes do Apocalipse. Mas mais importante, ele é um geneticista que é especialista em clonagem. Agora para quem não entendeu eu vou ligar os pontos, sangue do Wolverine, especialista em clonagem e o que nós temos? Isso mesmo X-23, clone do carcaju e provável substituta dele nos filmes e o que isso significa criançada? O próximo Wolverine pode ser mulher!


Eu gostaria de falar mais desse filme, mas infelizmente ele é um filme bem mais ou menos e que não tem muito a se falar.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

BATMAN V. SUPERMAN: DAWN OF JUSTICE [Especial]

Eu não queria ter de fazer isso, sério. A culpa é de vocês, porque eu disse que não queria ter de fazer isso. O problema é que acenderam o sinal, mesmo eu falando que não era para acender. O assunto estava morto, enterrado e eu fiz isso em sinal de misericórdia. Mas agora que vocês me chamaram, agora que fui desafiado, eu tive que vir.
Pois bem, cá estou eu para falar de Batman v. Superman: Dawn of Justice, no que deve ser o maior post de toda a história do blog e me arrisco a dizer, presente, passado e futuro. O post de hoje faz parte de um especial de três partes entre o que vocês podem chamar de Liga da Justiça dos blogs:

** Essa postagem é de um conjunto de postagens especiais denominado:
*** Batman vs Superman: A Origem da Treta, desde 2016 dividindo opiniões e separando amizades!
**** Acompanhe as outras partes no Interruptedreamer e no Estante da Ale
Para começar esse post preciso dizer que vou dividi-lo em três partes, em um primeiro momento vou falar do roteiro, depois conversaremos sobre a atuação de cada um dos personagens, depois vamos passar pelas cenas, sim terá spoilers, onde eu vou esclarecer eventos e justificar certas atitudes, mostrar easter eggs. Darei a narrativa, enfim vou falar de tudo. Eu verdadeiramente não queria isso, mas vocês me chamaram e eu estou aqui. Então sem mais demora, vamos ao Veredito/Resenha/Pega a Pipoca/ O que quer que minhas amigas de blog chamem de Batman vs. Superman.
“Preocupado com as ações de um super-herói com poderes quase divinos e sem restrições, o formidável e implacável vigilante de Gotham City enfrenta o mais adorado salvador de Metrópolis, enquanto todos se questionam sobre o tipo de herói que o mundo realmente precisa. E com Batman e Superman em guerra um com o outro, surge uma nova ameaça, colocando a humanidade sob um risco maior do que jamais conheceu. ” Fonte: ID

Roteiro: Pois é gente, pra começar esse é um filme difícil, muito difícil mesmo. Tanto que as peças se alinharam na minha cabeça apenas depois de vinte quatro horas. Confesso que no começo eu até me perguntei se o filme era aquilo, afinal um dos maiores pecados dele está numa construção narrativa um pouco confusa. Snyder acredita que uma imagem vale mais que mil palavras, mas qual é tio Zack, as vezes fazer uma linha narrativa onde haja 1001 ou 1002 palavras não é nada mal. Mas conforme o tempo foi passando e a ânsia foi diminuindo eu passei a entender a proposta do diretor e comecei a achar o filme genial, aí na quarta vez que eu fui assistir já estava manjando tudo o que ele queria colocar. (Se acha quatro exagero, melhor eu nem falar que vi 8x)

Mas não vamos cair em digressão, uma vez que o que vocês querem aqui é me ver falar do roteiro, então vamos lá. Inicialmente com o roteiro escrito por David S. Goyer (O Cavaleiro das Trevas) e depois revisado por Chris Terrio (Argo) Batman vs. Superman procura apresentar os eventos sob a perspectiva de Bruce Wayne, tanto que logo no começo fica bem obvia a intenção do filme e na verdade essa é a melhor saída para apresentar um novo personagem a um universo, até aqui sem novidade, já sabíamos que a construção narrativa iria primar pela evolução e eventual mudança do morcego, deixando o Superman meio de lado nesse quesito. No quesito contar história Zack Snyder infelizmente é um cara difícil de se julgar simplesmente porque seu trabalho não é fácil, exige um quê de atenção, precisa que você pense um pouco e use a cabeça para entender o que houve no plano sequência, precisa que você queira matar as charadas, exemplo disso é o fato de ele usar o mesmo recurso que o Frank Miller utilizou na HQ O Cavaleiro das Trevas, onde muitas vezes o noticiário passava informações importantes para o decorrer e entendimento da história e isso infelizmente não agrada a todo o público, a maioria vai pro cinema para não pensar mesmo.
Mas sim, o filme tem defeitos, como qualquer outro, os cortes do plano sequencia são bem confusos, falta um pouco de coesão e o que atrapalha mais ainda é que esse ponto aliado aos arcos paralelos que também pecam na sua continuidade e resolução prejudicam muito o desenvolvimento do filme, de forma que um espectador mais desligado pode acabar por vezes perdendo o entendimento em uma cena que inicialmente começa com um diálogo e se resolve apenas com imagens. Mas fora isso rapidinho é colocado em perspectiva o que ocorrerá no filme e nessa parte enxergamos onde ele queria chegar, um rápido flashback para mostrar a origem do Batman com um marco muito importante para o decorrer da história, depois temos um pré dos eventos do Homem de Aço, com a introdução mais fodastica da galáxia. Dezoito meses antes o mundo é apresentado ao Superman, então a partir daí começa a preparação do psicológico do Batman, apresentando a raiva que dará origem a luta contra o Kryptoniano, até a união final dos dois.

Atores:

Ben Affleck: Olha, sinceramente eu fui um dos que torceu o nariz para a escolha do ator para o papel de Bruce Wayne, levei mais ou menos uns dois meses para me recuperar do choque e o tempo de sair a primeira foto dele como Batman para realmente aceita-lo como tal. E sinceramente, Ben arrebentou no papel, me arrisco sem medo nenhum a dizer que ele é disparado o melhor Batman já apresentado no cinema. Não só em relação a fidelidade, que diga-se de passagem, encontra um uniforme idêntico ao das hqs, mas também a sua interpretação muito em cima do que foi exigido dele. Duvidei, mas devia ter confiado naquele queixo imponente. A verdade é que esse é o Batman mais amargurado e psicótico de todos, a começar pelas expressões do ator e mais evidente e importante, na cena em que ele acerta o Superman com um vaso, sua cara de maluco está tão crível, que por um instante você teme pelo próprio personagem. Ainda há o que se acrescentar da forma física do ator que é de longe a melhor que ele já esteve e ainda assim ele consegue passar uma certa elegância quando usa suas roupas mais finas. “Ben Affleck, cuja escalação para o Homem-Morcego gerou barulho quando foi anunciada, recebeu o convite especialmente por causa do queixo e seu porte físico foi decisivo, de acordo com Deborah Snyder [também produtora] e Roven. ” Mais uma vez reitero, confiem no queixo.

Gal Gadot: A ladra do filme, mas sabe aquela ladra que não estraga o giro dos outros personagens? Quando ela entra em cena é com um solo de guitarra destruidor, quero dizer, me falaram na página da atriz que aquilo era um violoncelo elétrico, mas não sei não... A questão é que ela não tem muito tempo de tela, porem nos diálogos da Diana ela consegue mostrar toda a feminilidade e sedução, sem passar um ar meio vulgar ou falso, como eu vejo na Natasha lá da outra editora. E na hora da ação, bom, me desculpem defensores do girlpower, mas se compararmos as bifas que ela levou com as do Sups fica meio evidente que o diretor pegou meio leve com ela, mesmo assim foi emocionante ver a santa trindade reunida e quando ela deu aquele sorrisinho depois do golpe do Doomsday eu pirei demais. 

Amy Adams: Lois Lane foi a principal engrenagem que fez a trama de O Homem de Aço rodar, não seria de se estranhar que ela fosse ter um papel fundamental na trama dessa história também, ainda que a personagem se meta em problemas que acabam por castrar a aparição em fullpower do Superman, sua lógica como jornalista investigativa impulsiona o decorrer de alguns fatos e seu pensamento sempre acertivo, embora visto como absurdo por alguns tem sua linha de razão. Amy perdeu um pouco do brilho se comparada ao filme anterior sem perder o foco central da trama, mas nada mais natural com a aparição de tantos outros personagens.

Guardei os melhores para o final

Henry Cavill: Vejam amigos, esse é um escoteiro diferente daquele ao qual estamos acostumados, há nele um ar mais egoísta, onde põem mesmo a sua amada a cima da vida dos civis comuns caso precise escolher entre um e outro e mesmo assim o que vemos é um alienígena que tenta, na medida do possível fazer o que é melhor para a humanidade, sempre tentando ajudar. Henry, deixando o saudosismo de lado, já passou o Reeve no quesito Superman, ainda que o primeiro fosse melhor ator no geral, Cavill consegue transmitir tudo o que é pedido daquele personagem, como as angustias em ser o ser mais poderoso em todo o universo, até agora. A tristeza e por vezes a dor que somente ele consegue sentir e entender.

Jesse Alexander Eisenberg Luthor: Sim, deixei o melhor para o final, uma vez que esse foi o que mais gerou polemicas, o mais odiado para muitos e para mim o melhor vilão da DC no cinema, disparado, sinto muito adoradores do Coringa, esse Lex já ultrapassou ele faz tempo. Seu perfil extremamente sociopata, capaz de antecipar todas as situações e ter um plano reserva para cada medida indicam um perfil integralmente fiel as HQs, onde ele é disparado o homem mais inteligente do mundo, mais ainda do que o Batman.
Aqui eu vou colocar algumas fotos de uma conversa que eu tive com a Ale (EdA), fiquem à vontade para pontuar mais detalhes.




Cenas: Sim, vai ter muito Spoiler!

  • “Lex onipotente” By Pâm: Na verdade meus queridos vi muita gente abordar isso nas críticas ao personagem, porem Lex tem, canonicamente a maior inteligência da DC entre os humanos, infelizmente nem o Batman chega aos pés dele, agora, você acha mesmo que o cara mais inteligente do mundo não vai saber a identidade de um punhado de heróis, tão pouco estar na frente de todos eles?
  • Pâm, você gostou do crossfit do Batman? Mas reparou que o Superman também fez? Só que ao invés de puxar um pneu ele estava puxando um navio...
  • Sonho do Batman: símbolo de ômega, significa a chegada do maior vilão de todos, Darkseid. Esqueçam Thanos amigos, Darkseid não traz a escuridão, ele é a escuridão final e definitiva.
  • Ainda no sonho do morcego, vemos um Superman tirano, digamos que o Batman misturou os parademonios do próprio soberano de Apokolips com uma versão do Clark tirada de Injustice, gods Among Us, o que se liga imediatamente com a mensagem do Flash, uma vez que no jogo é a morte da Lois que causa tudo.
  • As aparições dos futuros integrantes da liga: sim aquele cubo do ciborgue é uma caixa materna. (Quer saber o que é uma caixa materna? Peça por favor)
  • Batman mata: Nas HQs na verdade o morcegão é conhecido por ser muito pior, escolhendo como vai ferir seus adversários e muitas vezes optando por deixá-los paraplégicos...
  • União dos heróis: Ficaram duvidas sobre a qualidade dessa junção, mas a realidade é que, quantos de vocês sabiam sobre a mãe dos dois ter o mesmo nome? O que aconteceu ali é que no instante do golpe final, o apelo do super ficou parecido com a ultima palavra do pai do Batman. Por um instante ele se viu como o assassino dos próprios pais, mas não é só isso, teorias a respeito é o que não faltam.
  • Por fim amigos, concluo que sim, essa é uma das melhores adaptações em conjunto com o Soldado Invernal, mas você precisa ir ao cinema com a mente aberta a uma pegada de heróis totalmente diferente.

Sei que faltou milhares de coisas, mas o que vocês quiserem saber, pontuar, discordar, comentem aí, estou aqui para isso.


Obs: Minhas duas cenas preferidas.
Batman enfia a mão no Superman, começa arrebentando ele, ate que o efeito da Kryptonita vai passando e o rosto do super para de virar com os golpes, a cara do morcego essa hora é demais.
A cena em que ele "volta a vida" com o sol e os olhos dele se iluminam coma visão de calor, sensacional.
Que venha a Liga!!!
OBS²: Venha aqui, se você tem alguma coisa contra esse Lex Luthor, me adicione no facebook, por favor, temos muito o que conversar, eu faço questão.

terça-feira, 19 de abril de 2016

IDY - Fevereiro

Salve, salve galera, manda LP mais uma vez. E sim, eu sei que vocês devem estar esperando uma crítica de Batman vs. Superman, infelizmente não vai rolar, não cabe a mim na posição de critico, ou seja lá qual alcunha vocês queiram me dar, dizer a vocês o que devem ou não devem assistir, embora faça isso e mais ainda, não cabe a vocês levarem minha opinião, ou de qualquer critico como definitiva, seja ela qual for e nesse filme em especial eu prefiro deixar que vocês escolham se devem ou não assistir e principalmente, definir a sua opinião sobre a qualidade do mesmo. Mas, se vocês quiserem mesmo discutir sobre o filme, avisem nos comentários, ou adicionem Luiz Paulo Nunes no Facebook (uso uma foto do Superman, olhos vermelhos, não tem erro) e com prazer conversarei com vocês.
E antes que eu me esqueça, sim, eu sei que já estamos em Abril e que eu demorei mais do que deveria por causa da minha preguiça, só que no meio de tantos problemas eu tenho uma boa notícia, até a semana que vem eu vou postar o IDY referente ao mês de Março, o que já está ótimo visto a regularidade de postagens que eu tenho feito ultimamente. Mas, mas, mas há uma gigantesca surpresa vindo aí, uma surpresa tão surpreendente que eu nem tenho ideia do que seja, acontece que eu me envolvi numa espécie de desafio com alguém que eu não posso dizer, mas que deve me trazer algo no mínimo interessante...
Hoje eu apenas trarei o IDY do mês de fevereiro:



Fevereiro:
Todos os filmes longa metragem do Oscar (alguém aí achou que eu faria diferente?)
Filme da TBW (sim, to be watched...)
Filme com minha inicial
Um Filme com a inicial de cada uma das quatro amigas de blog

É manolos, esse foi difícil e para ser honesto eu devo ter alcançado um novo nível dos filmes, serio, foram pelo menos uns 30 nesse mês de fevereiro, as vezes mais de um por dia, TODO DIA.
Então vamos começar:
Acho que vai ser meio impossível eu listar todos os filmes do Óscar, muito embora eu tenha certeza que ninguém se importa com nenhum outro filme que não seja O Regresso que finalmente deu o Óscar ao DiCaprio.
Filme do Óscar: O Regresso
Quem estava comigo na minha cobertura do Óscar, ou é meu amigo no Face viu que eu postei uma pequena crítica do filme lá e acho que todos vocês deveriam ir lá, mas como sei que a galera é bem preguiçosa vou dar o parecer aqui. Muita gente achou o filme pesado, com cenas um tanto fortes ou fata de roteiro e pouca linha de diálogo, mas na verdade esse filme tem um toque de complexidade que poucas pessoas conseguiriam vislumbrar, a começar que assistindo O Regresso nós temos a oportunidade de ver um verdadeiro mestre do método em ação, um feito raro a ser apreciado por todos, além de também haver o toque de que o filme não se faz nas linhas de diálogo e sim nas expressões e emoções que o DiCaprio consegue passar com seu rosto, recomendo a todos verem esse filme, que além de ser um marco, tem uma das ambientações mais deslumbrantes do cinema este ano.

Filme TWB:
Esse não foi fácil, eu tive que buscar um dos três filmes da minha lista da vergonha, filmes que eu preciso assistir, mas que ainda não consegui por não achar a situação mais propensa para fazê-lo e senhoras e senhores, esse filme não faz parte da lista, terei de deixar vocês com uma ponta de curiosidade para saber quais são eles...

Filme com minha inicial: Lolita
A adaptação de Nabokov feita por Stanley Kubrick, meus amigos a adaptação de Nabokov. Confesso que já havia assistido esse filme há algum tempo, muito na verdade, mas recentemente eu comprei um box do Stanley e esse filme estava nele, logo como eu tinha o desafio para cumprir e fazia tempo desde que o tinha visto, resolvi aproveitar e refrescar um pouco minha memória. Sinceramente Stanley é um dos maiores, se não o maior diretor de todos os tempos na minha opinião, eu até iria usá-lo na minha escala, mas como achei que fosse ficar obvio demais, abandonei a ideia. E com essa película não poderia ser diferente. Tenho certeza que se não forem todos os que leram esse livro, na certa uns 90% se lembram de Lolita, a questão é que ainda que com algumas mudanças pontuais no roteiro e no desenvolver da trama, incluindo a ordem da narrativa, Stanley consegue retratar perfeitamente a ideia da narrativa do colega nascido na Rússia em um ótimo filme, mas que pode ter algumas sugestões pesadas para os mais sensíveis, ou que nunca tiveram contato com a obra.

Filme com a inicial de cada amiga do blog (em ordem alfabética)

Alessandra (Estante da Ale) – As viagens de Gulliver
Desculpe Alê, nada contra, mas esse filme que eu assisti é simplesmente horrível, serio. Piadas fracas, um ator sem um pingo de carisma, não gosto do Jack Black, um roteiro cheio de falas e discursos dispensáveis. Olha, um filme bem fraco esse.

Juliana (As Besteiras que me Contam) – Jack Ass
Gente, pelo amor de Deus, como é que eu tive tanto azar nas escolhas assim, na real com esse em
particular eu resolvi que era hora de dar uma chance ao Knoxville, infelizmente a verdade é que a comedia americana nunca me agradou de fato, por isso filmes desse gênero eu só assisto dublado, onde as referências se tornam mais palpáveis e mais próximas da nossa realidade.


Pamela (Interrupted Dreamer) – Pai em Dose Dupla
Agora esse foi top, vi com um amigo meu, quero dizer não é exatamente o melhor, mas foi muito bom principalmente em relação aos outros filmes com iniciais de amigos e juro que isso não tem nada a ver com o fato de eu conhecer a Pamela a mais tempo.


Tamires (Meu Epilogo)
Sim, eu tenho um filme, mas até resolvermos nossa pendenga, eu me recuso a fazer qualquer comentário que envolva sua pessoa dona Tami.
Sim Tami, você sabe o que eu quero dizer...
Eu e a dona do Meu Epilogo vamos fazer um filme também, vai se chamar Tami vs LP: A Origem do Texto Indesejado. 

Bom, por enquanto foi isso aí, se tiverem sugestões não esqueçam de mandar...

LJB: Liga da Justiça

Isso é o que nós sabemos. O mundo tornou-se mais sombrio. E, enquanto temos motivos para temer, temos a força para não fazê-lo. Há heróis...