E então, depois de muito tempo de reflexão eu percebi que
todas as pessoas anseiam por um Superman, alguém que possa salvá-las, alguém
que estará disposto a ouvir seus problemas e lhe estender uma mão quando o
mundo todo voltou as costas.
E a Liga da Justiça dos Blogs retorna mais uma vez para
debater os filmes do universo de super-heróis e no post de hoje meus amigos,
vamos falar de Guardians of the Galaxy Vol. 2 ou em português, Guardiões da
Galáxia vol. 2.
A Liga da Justiça dos Blogs é composta por Alê, Carol, Clay,
Juju, Pâm e Teca e por mim o homem mais poderoso mundo.
“Agora já conhecidos como os Guardiões da Galáxia, os
guerreiros viajam ao longo do cosmos e lutam para manter sua nova família
unida. Enquanto isso tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de
Peter Quill (Chris Pratt). ”
O post de hoje vai começar com uma análise de roteiro,
depois a atuação dos personagens, referencias.
Roteiro: Com roteiro e direção de James Gunn, guardiões da galáxia pode
ser entendido como o filme mais despirocado, despretensioso e tranquilo de todo
o universo Marvel unificado. Quero dizer, a primeira coisa que precisa ser
entendida aqui, a história não faz qualquer menção ao restante do universo, nem
joias do infinito e apenas menções a Thanos.
Com isso em mente podemos passar aos detalhes por menores do
roteiro. Ele está muito bem desenvolvido em relação ao primeiro, a trama é
melhor amarrada, ao passo que os personagens e suas tramas estão bem mais
desenvolvidos, na verdade é curioso acompanhar a maneira com a qual o diretor
consegue unir dois arcos distintos no filme, Yondu e a equipe dos guardiões.
Além de é claro, os arcos menores como o do Stallone. Nesse filme também é
explorada a relação peculiar que a família possui e talvez e a importância da
mesma para a concepção do modo de agir de cada personagem, porem existe uma
certa dificuldade de se fazer uma conexão dos personagens da trama para com o público.
Apesar da melhora absurda em relação ao primeiro, ainda resta momentos em que é
difícil você sentir empatia pelas decisões de cada um dos que estão atuando.
Na parte das já conhecidas piadas, digamos que é um bom
entretenimento, são duas horas e dezessete minutos tão bem construídos nesse
quesito que você mal percebe que o tempo passou, contudo ainda há o defeito das
piadas fora de hora. Em dados momentos a risada forçada do Drax chega a dar nos
nervos, ao passo que há momentos em que realmente as piadas sobram, talvez
porque o diretor não tinha ideia de como fazer o corte da cena.
Personagens:
Chris Pratt: O
senhor das estrelas é o centro das atenções aqui, a história acontece por causa
dele, gira ao seu redor. Tudo em função do Peter. E ele consegue corresponde a
imensa personalidade, na medida do possível, evidentemente. Claro que esse não
é um personagem escrito para arrancar uma atuação shakespeariana de seu
interprete.
Zoe Saldana: Nesse
caso ela foge um tanto de sua personagem que deveria, em tese, ser a mulher
mais perigosa do universo para ser a “amante” de Peter Quill e por vezes sua consciência,
contrapondo-o em diversos momentos, não é ruim, afinal o romance entre os dois
foi aprofundado a ponto de precisar apenas de um dedo para que ambos fiquem
juntos em definitivo.
Michael Rooker: Yondu
adota aqui dois papeis diferentes, sendo de suma importância tanto no presente,
quanto nos desdobramentos futuros do filme. Uma vez que é ele quem revela a existência
dos Guardiões Originais (falarei disso mais para frente) e também é responsável
pelos acontecimentos ao Rocket. Acho que ele é de longe quem consegue ter uma
entrega maior de seu personagem, tanto por sua ligação com o senhor das
estrelas, quanto pela dor que carrega devido ao fardo de ser um exilado.
Houve uma inversão de papéis entre o que era para ser de Bradley Cooper e Dave Bautista, percebam, uma das descrições que o próprio Rocket
faz de Drax é: “O povo dele leva tudo no sentido literal. ” Bom, agora é o
guaxinim que não entende metáforas e algumas piadas ao invés do Drax, além de é
claro, Drax com seu humor absurdo e risada exagerada por vezes conseguir dar nos
nervos. Enquanto Rocket possui uma carga dramática um tanto quanto inesperada
por assim dizer.
Vin Diesel: O que
dizer do personagem que só serve como dose de fofura da franquia? Está legal e
melhor de tudo, souberam dosar tão bem sua participação que não chega a ser
tola ou infantil.
Kurt Russell: Difícil
falar muito dele, mas o pai do Peter está interessante, além de possuir um ótimo
Plot no decorrer do longa.
Referencias:
Adam Warlock: Vale muito ressaltar que em uma das cenas pós créditos
aparece o casulo do Adam Warlock, inclusive a sacerdotisa o nomeia dessa forma.
Celestiais: No filme, Ego, o pai de Peter se diz pertencente
a raça dos celestiais, gigantes humanoides, com armadura de metal que criaram o
multiverso e algumas raças. Nos mesmo quadrinhos o planeta não é dessa raça.
Eternidade: A manifestação da consciência do universo Marvel
e a segunda em escala de poder, atrás apenas do Tribunal Vivo (já citado em Dr.
Estranho) e do próprio The One Above All.
Guardiões Originais: A equipe dos saqueadores, composta por Stallone, Ving Rhames, Michael Rosenbaum,
Miley Cyrus, Michelle Yeoh. Na verdade, eles eram os guardiões da galáxia originais.








