segunda-feira, 22 de junho de 2015

Não consegui pensar em nenhum titulo melhor, então não pus nenhum...

Salve, salve galerinha linda! Eis-me o LP aqui mais uma vez.
Isso aí gente, eu passei um tempinho tentando pensar em como faria esse post e confesso que não foi sozinho que o escrevi, minha amicíssima amiga Pâm me ajudou a formular essas palavras que vocês leem neste momento.
A essa altura já devem estar se perguntando o porquê desse post, já que eu não deixei claro no título. Basicamente tivemos uma ideia e que me pareceu um tanto bacana. Eu sinto a necessidade constante de estar falando com o pessoal de maneira mais dinâmica, e eu acho que a melhor forma de fazer isso é por hang-out, mas como isso tomaria um tempo exageradamente longo e por isso seria inviável houve outra ideia. A segunda opção sugerida pela Pâm, foi um grupo de facebook. Aí eu pensei, por quê não? Pode ser bacana.
Eu vou criar um grupo no face e depois nós podemos evoluir para um whatsapp, onde rolaria de tudo, desde dicas de livros, até vocês me perguntando sobre filmes e teorias físicas.
Então é isso, manolos e manolas, vou deixar uma enquetezinha rolando para vocês decidirem se é uma boa ou não, ou se querem participar, ou se participariam, enfim.
A enquete vai ficara aqui no blog (pq eu não descobri como fazer na pagina (até descobri, mas da trabalho demais para fazer))

domingo, 24 de maio de 2015

Por que o mundo precisa do Superman?

Olá pessoas, como vão vocês aí em casa?
Sabe, o objetivo original deste espaço sempre foi o de promover e divulgar o livro que estou escrevendo “Quatro Selos”, porem forças maiores me obrigaram a, nas poucas vezes que escrevo algo aqui, fazê-lo de uma forma mais variada além daquela que só abrange uma narrativa própria. Eu nunca, em momento algum, primei por visualizações, ou comentários, essa nunca foi minha intenção, se apenas uma única pessoa ler o que quer que eu tenha escrito aqui já terei ganho meu dia e se eventualmente comentar dizendo que gostou ou odiou, poxa melhor ainda.
É nessa pegada de posts diferentes e pouca divulgação que eu venho escrever o texto de hoje. Vocês não têm ideia do quanto é difícil para mim escrever isso, porque na minha concepção não envolve apenas uma única frente, mas sim várias e várias, não se trata apenas de fantasia, trata-se de uma maneira talvez esquecida, quiçá totalmente nova de ver o mundo ao nosso redor. E não pedirei para que peguem a pipoca, tão pouco a fondue, não acho que vá ter tantas pessoas assim lendo, eu apenas peço que para aqueles que não fecharam a página até agora, leiam as próximas linhas com tanto carinho quanto eu as escrevo e, bem, eu acho que nos vemos no final... 
Superman, por que o maior de todos os heróis é também o mais odiado?
Não há maneira fácil de explicar essa questão em particular. O que há de errado nos mais de setenta e cinco anos de existência deste personagem? Vou tentar explicar.
“Superman é muito apelão”
“Ele é meio bobo”
“Personagem vazio, sem conteúdo”
As pessoas não entendem, Clark não foi concebido lá em 1938 como um simples herói comum, ou pelo menos essa não seria a dinastia dele. Não, com o passar do tempo ele passou a representar algo maior, todo um conceito, uma forma de ver e viver, infelizmente nosso mundo atual não acompanhou. Desde meados dos anos 90 nós passamos a idolatrar um novo tipo de conceito, os anti-heróis, mais violentos, tidos como mais realistas, com poucos valores morais e muito conflito interno, isso tudo porque? Apenas porque nós nos sentimos familiarizados com isso?
Passamos a achar normal as estatísticas que rondam por aí assolando o mundo, aceitamos, mesmo que de má vontade tudo aquilo que nos é empurrado garganta a dentro. Buscamos a saída mais fácil e vantajosa não importando a quem ela vá prejudicar e toda vez que uma luz incide sobre nós, rastejamos de volta a escuridão, pois ela machuca nossos olhos. Pois é difícil demais sermos bons, é impossível.
É fácil criticar alguém que se preste a ajudar sem se importar consigo mesmo, é difícil acreditar, como poderíamos assumidamente agradecer pela presença de um salvador, ainda que rezemos secretamente no leito de nossas camas por um. Superman para mim não é um reflexo da realidade como é, ele é um reflexo do que deveria ser e seus poderes, que muitas vezes o tornam tão sem sentido são apenas para que torne ainda mais fácil, ou mais difícil a tarefa de ajudar o próximo.
Sacrifício em prol da felicidade dos outros, ajudar sem esperar nada em troca, fazer o que é certo, pelo simples fato de ser o certo, tudo poderia ser deixado de lado quando se tem poder o bastante e nós sabemos o quanto o poder corrompe, não é? Ainda assim, em uma luta diária consigo mesmo ele consegue fazer o que é correto, o que nos impede de fazer isso também? Porque a verdadeira força está em ajudar os outros a encontrar a sua! 
Logo eu vejo o ódio irascível por ele, não apenas a persona Kal-el criado pela Detective Comics, eu acho que a raiva destoa quase de algo psicológico, eu acho que vem mais de uma questão simbolista, nós não gostamos do símbolo que ele representa, simplesmente porque é um ideal difícil demais de se alcançar, algo que exigiria esforço e sacrifício e os resultados viriam em um tão longo prazo que ao avaliarmos as condições, não valeria a pena sermos sequer um por cento igual a ele.
Quanto ao conteúdo de história, antes que me venham com essa parte, principalmente no que remete ao Homem de Aço, eu quero que façam essa reflexão:
Todos nós passamos nossa vida toda aprendendo, desenvolvendo características a fim de que possamos nos tornar pessoas melhores, pelo menos do ponto de vista pessoal. E mesmo aquele destinado a nos salvar seja nas histórias, seja no plano real, – e aqui não coloco religião nenhuma, pelo simples fato de o homem, como animal pensante, precisa acreditar em alguma coisa e
mais, precisa de um exemplo não importa de onde venha – precisa começar de algum lugar sua empreitada que não é fácil, nem para ele, nem para ninguém.
Por fim, deixo esse texto em aberto para que possamos ponderar: será que é tão difícil sermos melhores?
Tenhamos em mente que ele pode não nos salvar, mas ainda nos dá esperança de que existe algo melhor e nos inspira a dar o melhor de nós mesmos... 

terça-feira, 28 de abril de 2015

Batman vs Superman Dawn of Justice

Olá amores. Aqui é o LP de volta. Desculpem o mês de ausência, eu tive que cuidar alguns negócios, sabem como é né? Ficar milionário, fundar um novo país, (agora podem me chamar de cão louco de Wadiya) dominação mundial, coisas assim. Mas agora estou de volta, com conteúdos tão aleatórios quanto as coisas que normalmente rondam minha cabeça. E claro, a coluna pega a pipoca no Interrupted Dreamer deve continuar também, se nossa amada amiga Pâmela assim desejar.
Mas agora que já formalizei meu pedido de desculpas é hora de falar alguma coisa mais legal. Essas últimas semanas, como vocês puderam ver, saíram várias coisas nerdisticas: o trailer de Star Wars e o próprio Vingadores, Era de Ultron. E eu até poderia discorrer sobre Vingadores e farei, se me pedirem, mas não hoje, não nesse post. Nesse post eu vou falar de algo mais obscuro, algo que ronda as profundezas de sua mente, que você nega com todas as suas forças, enquanto seu inconsciente clama fervorosamente. Eu sei que ele está rondando ai e você também sabe, deixe então que saia. Vamos conversar sem pudor. Hoje falaremos de Batman vs Superman.
Este deve ser o filme mais esperado atualmente no cinema.
O que? O filme conta a história do envolvimento direto dos dois maiores heróis do planeta. E mais famosos também. Baseado nas histórias de Frank Miller, mas particularmente duvido bastante que vá seguir à risca a dita história.
No trailer por outro lado, o que podemos ver é o que transcorrerá ao longo do filme, o tom soturno, a seriedade com a qual Zack Snyder irá impor agora nos filmes da Detective Comics desde que recebeu a tocha de Nolan, que por sinal ainda terá um dedinho nessa produção.

Como? Boa pergunta... Com câmeras talvez? Pela ótica do Superman teremos apenas mais do que já foi visto em O Homem de Aço. O alien que quando se revela traz um desastre a Terra simplesmente por não se conhecer direito, por não saber a extensão de seus poderes. Já do lado do Batman teremos algo mais dramático, uma coisa já tida do herói, uma raiva, talvez por ter de voltar a ser o homem morcego... não sei. É esperar para ver.

Quando? Em Março de 2016, lá pelo dia 24.

Onde? No cinema mais próximo de você. E então, vamos juntos?

Por que? Porque eu sou uma boa companhia e tenho um conhecimento monstro sobre o assunto. Precisa de mais?

Falando sério agora, qual a razão para assistir esse trailer? Simples, há uma pegada diferente nele, algo que não vemos em outros filmes de heróis, e por heróis quero dizer Marvel. Muitos vão dizer que filmes assim não deveriam se levar tão a sério, mas honestamente, para alguém como eu, que gosta de analisar os cenários mais absurdos há esse vislumbre de como seria o mundo caso um Superman surgisse em nosso meio. E acho que é isso que Man of Steel e Batman vs Superman vai nos mostrar.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Explicando Lucy

Confesso pessoal, que logo depois de escrever sobre Lucy, logo não, foi mais pra quando eu comecei a receber os primeiros comentários, eu me vi na obrigação de escrever um post esclarecendo sobre as teorias físicas e o final um tanto quanto controverso do filme. E verdade seja dita, vários empecilhos surgiram no meio do caminho para que eu prosseguisse, dentre eles eu posso citar a falta de espaço. Já que não sabia onde iria postar, eu não deveria fazer. Depois me veio o maior motivo de todos, a preguiça. Onde me perguntei: Droga Gerald, valerá a pena mesmo ter todo este trabalho para um bando de desconhecidos? Eis que respondo: Claro... E quem diabos é Gerald? E com quem estou falando? 
Bom, vejamos o que podemos fazer:
Para começo de conversa vou elucidar uma teoria física que poderia fundamentar a mecânica quântica. Teoria das Cordas. Em linhas gerais ela sugere que partículas não são pequenos pontos, mas sim dobras em objetos unidimensionais similares a cordas. Dessa forma, a diferença entre as partículas seria a frequência com que essas cordas vibram. Sobre essa teoria, infelizmente é algo ainda em estágio larval, nada muito concreto simplesmente pelo fato de que por se tratar de extremos da natureza acaba sendo muito difícil provar qualquer coisa nessa área. Mas tentemos leva-la a sério pelo menos para ver como essa teoria unificadora pode esclarecer uma parcela do filme.

Alerta Spoiler: se não assistiu ao filme feche a página.

Em primeiro lugar eu quero colocar aqui, o que li em um pagina a pouco tempo. A capacidade cerebral pode ser de certa forma comparada fazendo-se a seguinte analogia entre vejamos... você. Isso você, essa imensa porção de preparo físico que está lendo isso agora e LeBron James. Não duvido que os dois usem bem seus corpos, mas nós sabemos quem é mais desenvolvido com relação ao mesmo, certo? Logo, nota-se uma diferença entre capacidade e produtividade.
Então vamos tomar por fato que Lucy consiga tirar o máximo de proveito de seu cérebro. Em um primeiro momento no filme já vemos a atriz afirmando ser capaz de sentir as vibrações do planeta, bem como as pessoas, dentre outras habilidades. Frisemos vibrações, isso é importantíssimo. Partindo do preceito de que cada corda no universo “vibra” em um “tom” a fim de formar diferentes partículas, imaginemos que devido ao desprendimento causado pela substancia azul, Lucy agora consegue alterar essas vibrações a vontade a fim de manipular cada uma das partículas fazendo com que elas adotem a forma que ela bem entender. Sendo assim, isso explicaria como ela faria para alterar seu cabelo, o ambiente, aumentar e diminuir o campo de gravidade ao redor dos inimigos coreanos etc. (Teoria by LP XD)
Por outro lado temos a lei da Interação Eletrostática que prevê o campo ao redor do elétron, sendo que sua própria fórmula mostra um campo infinito. Einstein afirmava que a única realidade que existe no cosmos é o campo, e que as partículas não passam de concentrações locais desse campo. Ou seja, tudo é campo e está conectado. Porem temos de entender que, como cada “coisa” vibra em um tom diferente e o campo não vibra, ou vibra em um tom único, nós somos primitivos em relação a este, logo não estamos em sintonia com o mesmo. Para que exista essa concentração, é necessário que o elétron oscile, que ele vibre.
Conforme o final do filme se desenrola, então o que acompanhamos é o vibrar cada vez menos excitado das cordas que compõem Lucy, até que elas tornam-se unas com o campo e este campo muitas vezes é entendido como sendo a consciência do universo, Lucy vira o todo que não vibra, o campo. E como o campo está em todo lugar ela passa a estar em todo lugar. Ela se une a Deus.
O que torna isso tudo verossímil em relação ao filme é o fato de ao final todas as células dela, ao se juntarem, se transformarem no olho de Deus, uma nebulosa.
E imagina que legal, se ao final da cena, depois de uma hora e lavai cacetada, pouco antes de ele desaparecer, o olho da uma piscada?

sexta-feira, 6 de março de 2015

Brainstorm de histórias?!?

Fiquei em duvida sobre o que escrever agora. Quero dizer, por hora a Pâmela do Interrupted Dreamer ainda não me expulsou de lá, por isso vou deixar para falar de filmes apenas no espaço dela. Livros? Há milhares que fazem isso melhor do que eu. Hqs? Vão ter de esperar o canal... Então realmente eu não tenho ideia do que escrever. Por isso vou rascunhar nesse exato momento uma historia de futuro destopico. Ahem, lá vai:

Eu nunca imaginei que um único ser humano pudesse ser capaz de influenciar, e não só isso, literalmente mudar a vida de outro e daqueles ao seu redor. Mas acho que estou me adiantando demais. Deixe eu me apresentar. Meu nome é William e eu sou um extraordinário.
Com isso, não quero dizer que sou melhor do que alguém, até porque quem diz isso é a natureza. Espera! Calma. Estou me adiantando de novo. Vamos voltar do principio.
Lembra que o calendário Maia disse que o fim do mundo seria em 2012? E que seria por catástrofes naturais?
Bom, digamos que eles erraram por uns 488 anos e erraram nos métodos também. Sabe aqueles filmes que diziam que o mundo acabaria em um apocalipse zumbi, ou um vírus mutante dizimaria um terço do planeta, ou robôs ganham consciência e se voltam contra os humanos? Digamos que os miseráveis que idealizaram isso não podiam estar mais errados, o que nos condenou não foi uma dessas coisas mais todas elas juntas.
Tudo sempre começa com intenções nobres, uma vacina contra o HIV, ou para controlar o aumento da população mundial, sei lá, a questão é que em algum ponto a coisa desandou.
A vacina tornou-se uma doença altamente contagiosa, alterou a mente de milhões, que com a premissa de que tudo que é vivo busca se manter assim, acabaram transmitidos de uma pessoa para outra.
Os sobreviventes mais resistentes claro, tiveram uma ideia brilhante, atacariam a praga no mesmo nível. Usaram maquinas nanotecnológicas de escalar celular e sabe qual o problema disso?
As maquinas mudaram a estrutura dos humanos... Não, eu como extraordinário não entro aqui.
Gente, como eu que vocês já devem ter notado, a questão aqui é a sobrevivência, os robôs evoluíram rapidamente e não quiseram mais abandonar os corpos dos hospedeiros e então, como um passe de magica tínhamos outro problema.
Parecia mais que as coisas conspiravam em favor da destruição da raça humana. Sim, vários de nós eramos resistentes, mas não tínhamos poder contra eventuais ataques em massa. Com isso passamos a viver em pequenos grupos, isolados em cidades afastadas umas das outras. Foi então que aconteceu, aparentemente do nada a mãe terra começou a nos ajudar, primeiro com os excepcionais.
Depois vieram o extraordinários.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Retorno de vez

Galera, hoje pensando aqui com meus botões resolvi que minha próxima postagem seria sobre meu livro, que no final das contas é o que dá nome ao blog.
Mas ainda não tenho muita certeza se devo apresentar algo relevante sobre o mundo que estou criando, pode acabar sendo um erro da minha parte e tai uma coisa que eu não estou nem um pouco afim de fazer. Então decidi que iriei lhes contar uma história que eu mesmo escrevi. Se tem a ver com os contos de Ray e os lumis, que vocês podem conhecer lendo postagens anteriores, ou não aí já é outra história.
Larmoj: O lago de lagrimas.
Éons atrás, antes do tempo, quando a existência era apenas uma singularidade, algo totalmente insignificante, os criadores do universo estavam desenvolvendo o firmamento, ocupando-o com estrelas e planetas. Em um desses corpos celestes eles decidiram que sua criação iria ocupar, viver e frutificar ali e foi o que fizeram.
Prontamente a criação frutificou, a primeira criança do universo, com uma vasta quantidade de poderes e uma determinação absurda, que se provaram inúmeras vezes, pois naqueles tempos as coisas eram difíceis. Ataques de demônios aconteciam quase todos os dias e as batalhas exigiam muito das duas, que apesar de todas as dificuldades estavam felizes por estarem juntas.
No entanto em um dia fatídico as criaturas das sombras do abismo, sob o manto de seu famigerado líder investiram em um ataque direto e numeroso. Aquilo não seria um problema, não fosse um pequeno detalhe, a mãe esperava uma segunda criança e durante esse período grande parte das forças dela seriam direcionadas a nova vida.
Infelizmente, por mais forte que  a jovem fosse não se comparava a sua mãe e mesmo lutando, mesmo defendendo com unhas e dentes, mesmo com toda sua força ela foi incapaz de aguentar o ataque sozinha, aquilo era demais para a pequena. Os gritos, da vida confundiram-se com os da morte enquanto havia o desespero de proteger a qualquer custo a inocência que viria ao mundo. Ao fim, quando percebeu que não haveria mais possibilidade, ela se sacrificou em uma explosão, tão poderosa e devastadora que consumiu cada um dos bestiais que ali estavam, assim como boa parte do terreno cavando uma imensa depressão no espaço que separava mãe e recém-nascido da filha mais velha.

A vida tem de suas ironias, mesmo com a felicidade do nascimento da nova vida a mulher ainda estava triste demais com a perda da anterior e durante dias, semanas, meses ela chorou, desconsolada. E de suas lagrimas, literalmente de suas lagrimas foi que surgiu o lago.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O retorno do filho pródigo...

Pra quem me conhece sabe que eu sou o cara mais preguiçoso do mundo. Serio, depois de habilitado eu só vou deixar o lixo fora de carro.
Se alguém realmente lê esse blog, deve estar se perguntando. Mas onde diabos você quer chegar moço? Quer dizer que eu tinha inventado uma desculpa para parar de escrever nesse espaço, mas agora que assumi responsa no espaço de uma amiga eu vou ter que voltar a escrever vez ou outra aqui no Quatro Selos também.
Pior que pra dá mais trabalho vai ter que ser sobre nerdice e sobre o bendito livro que como se já não bastasse eu também estou escrevendo ainda. Acho que é coisa demais pra alguém tão preguiçoso, mas é isso aí estamos de volta. Da melhor maneira possivel. (Lucas 15:11-32)

LJB: Liga da Justiça

Isso é o que nós sabemos. O mundo tornou-se mais sombrio. E, enquanto temos motivos para temer, temos a força para não fazê-lo. Há heróis...