Salve, salve galera. Demorou mais saiu. Fiz o grupo, comecei chamando um pessoal da minha roda mais próxima claro, meio que pra não ficar vazado porque eu preciso ter a visão das coisas primeiro, mesmo que quem esteja em um primeiro momento pouco vá se manifestar a respeito. Ele é mais nosso mesmo e como eu tenho um grande coração ele vai ficar aberto para quem quiser se achegar. É isso aí gente, vamos lá.
Link (galera basta clicar na palavra link pra ser redirecionado ao grupo)
Podem acessar aqui da frente também. https://www.facebook.com/groups/1667911346765434/
Espero vocês lá!!!
segunda-feira, 27 de julho de 2015
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Explicando Interstellar
Salve, salve galerinha. Bem, antes de começar o post de hoje,
eu tenho alguns anúncios que preciso fazer.
Primeiro: Não me apressem pelo grupo, ele vai sair, eu
acabei de chegar de viajem, então agora é que começarei a trabalhar nele.
Segundo: Justamente por estar chegando de viajem é que não
postei isso antes, por favor tenham paciência comigo.
Terceiro: O post de hoje vai ser complexo pra burro, duvidas
coloquem nos comentários.
Então é isso pessoas, uma vez que já dei os avisos eu peço
que vocês apertem os cintos, porque vamos mergulhar no mudo da física espacial...
Olha, eu não sabia bem ao certo como desenvolver esse post
em especial, a começar por que ele pode ser o começo de uma coluna onde eu vou
tentar explicar para vocês as teorias dos filmes de Hollywood, depois tem o
fato de que ele tem muitas teorias físicas, vamos entrar em teoria da
relatividade, mecânica das estrelas e várias outras e eu preciso fazer tudo
isso de forma simples, o que é bem difícil, mas vamos lá, como disse Henry Cavill em o Homem de Aço: “Não posso deixar que isso me impeça de tentar.”
Para começar eu preciso por algumas teorias físicas para vocês,
depois tentarei explicar alguns eventos, a seguir eu comentarei as teorias por
trás do filme do Chris Nolan, por fim depois de chorar em razão de uma
explicação demorada e um post gigante, eu irei até Los Angeles dar um tiro no
diretor.
Em linhas gerais vou começar com a teoria da relatividade.
A teoria da relatividade possui dois postulados principais
ditos pelo nosso querido, imagino que todos que o estudam na escola devem
ama-lo, físico Albert Einstein.
Postulado da relatividade: "As leis da física têm a mesma
forma em todos os referenciais inerciais."
Postulado da constância da velocidade da luz: "A velocidade
da luz é independente do movimento de sua fonte."
Essa é talvez a principal teoria do filme, a seguir temos alguns fenômenos:
Buraco negro, nada mais é do que um fenômeno resultante da morte de uma estrela supermaciça, a estrela libera energia na forma de uma supernova e caso seu núcleo ainda seja denso o suficiente, o que sobrara será uma singularidade com um ponto de gravidade tão poderoso que nem mesmo a luz pode escapar dele. É preciso dizer também que neste tipo de evento, baseado na teoria acima colocada, gravidade interfere diretamente no tempo, logo as duas são "forças conjuntas".
Buraco negro, nada mais é do que um fenômeno resultante da morte de uma estrela supermaciça, a estrela libera energia na forma de uma supernova e caso seu núcleo ainda seja denso o suficiente, o que sobrara será uma singularidade com um ponto de gravidade tão poderoso que nem mesmo a luz pode escapar dele. É preciso dizer também que neste tipo de evento, baseado na teoria acima colocada, gravidade interfere diretamente no tempo, logo as duas são "forças conjuntas".
Ainda temos mais uma teoria/possibilidade que existe no
filme, os buracos de minhoca. O filme nos explica o que vem a ser estes
buracos, mas em linhas gerais eles tendem a ser passagens no espaço-tempo que
permitem a ida de um ponto x a um ponto y no espaço, evidente que para
isso é necessária uma quantidade de energia tão massiva e “única” que não sabemos
nem se ela existe.
Não posso esquecer do tesserato que é um cubo da quarta dimensão,
que está dentro do Gargantua. Bom, esse cubo no filme, é um espaço onde as leis
da física não têm limites, no filme nada mais é do que uma forma arranjada para
poder explicar as contradições de espaço e tempo existentes.
Dita esta parte, passemos para o filme:
Alerta de Spoiler, se
não assistiu ao filme pare IMEDIATAMENTE.
Vamos por partes, o filme contém alguns paradoxos sim, caso
surja alguma dúvida, digo novamente, deixem nos comentários que sanarei da
melhor forma que puder.
Fazendo um apanhado geral, o filme se baseia na tentativa de
salvar a raça humana de uma Terra condenada, de duas formas diferentes,
deixando todos para trás e salvando embriões congelados, ou movendo todos do
planeta, para achar um mais habitável.
Ao longo do filme Cooper e a NASA no geral recebem a ajuda
de seres superiores, que mais tarde se revelam como sendo o próprio Cooper e
humanos mais evoluídos do futuro. Ao fim, alguns eventos que se pensavam ser
obra dos tais seres, na verdade eram feitos do próprio Matthew, que após ter
passado pelo buraco negro fica preso dentro do Tesseract. O cubo é colocado pelos próprios humanos, que
em um ponto viraram o Dr. Manhattan e agora conseguem observar tanto presente,
quanto passado e futuro, dessa forma eles viabilizam a salvação da humanidade.
Sobre espaço-tempo, o que acontece no filme e é elucidado de
maneira bem forte é que quanto mais perto do horizonte de eventos de um buraco
negro, maior é sua influência sobre a gravidade, dessa forma o tempo é distorcido
por este. O que acontece é isso, a gravidade maior do buraco negro faz com que
o tempo e reduza de maneira significativa, em relação a terra, ou mesmo ao que
está mais longe dele, prova disso é o que acontece no primeiro planeta, onde
depois de problemas eles levam cerca de 2 a 3 horas para voltar e isso lhes
custa 23 anos em relação a Romilly que está na nave a espera deles. Na terra
ocorre o mesmo, prova disso é que os filhos de Cooper agora são adultos. Na
medida em que a equipe se distancia do buraco negro, a desproporção do
espaço-tempo diminui e, ao chegar ao planeta do astronauta Mann, a urgência é
bem menor. Outro efeito expressivo da gravidade no espaço-tempo é o que
acontece no Tesseract. Dentro desta, a gravidade trespassa para outras
dimensões no espaço e no tempo, permitindo que Cooper, empurrando livros da
estante de Murph, mandasse uma mensagem. Também permite que Cooper comunique,
espalhando poeira pelo chão (em binário), as coordenadas da estação espacial da
NASA para a versão passada de si mesmo. E, mais importante, permite que Cooper
manipule os ponteiros do relógio de Murph, passando, assim, os dados (que TARS
havia adquirido dentro do buraco negro) em código morse. Depois, traduzindo os
dados codificados, Murph consegue a informação necessária para fazer com que o "Plano A" desse certo.
Dentro do hipercubo teoricamente não há regras, ele foi
colocado lá de forma que pudesse ser acessível a todos os momentos da vida do
personagem vivido por Matthew, quando ele sai de lá a desproporção no
espaço-tempo e o fato de voltar ao sistema solar permite que Cooper se encontre
com Murph.
A partir daqui é pura especulação, mas ao fim quando o
astronauta volta e vê que sua filha já está no fim da vida e seu filho está
aparentemente morto ele parte de volta para o planeta de Edmonds, onde há os
sinais de ser uma colônia habitável, mas que aparentemente teve seu descobridor
morto. O tempo do outro lado do buraco de minhoca está passando muito mais
devagar. Sendo assim, é totalmente possível encontrar Amelia no planeta de
Edmonds pouco tempo depois dele ter sacrificado a si próprio e se lançado no
espaço.
Deduzo que no fim do filme seja uma intenção de mostrar
Amelia e Cooper como novos genitores da raça, tipo Adão e Eva.
Gente desculpa o tamanho, mas é mais ou menos isso.
Outra coisa, esse pode ser o inicio de uma coluna, onde lá no Interruptedreamer eu falo do filme e aqui eu explico ele para vocês, Lembrando que o da Lucy foi o primeiro.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Não consegui pensar em nenhum titulo melhor, então não pus nenhum...
Salve, salve
galerinha linda! Eis-me o LP aqui mais uma vez.
Isso aí gente,
eu passei um tempinho tentando pensar em como faria esse post e confesso que
não foi sozinho que o escrevi, minha amicíssima amiga Pâm me ajudou a formular
essas palavras que vocês leem neste momento.
A essa
altura já devem estar se perguntando o porquê desse post, já que eu não deixei
claro no título. Basicamente tivemos uma ideia e que me pareceu um tanto
bacana. Eu sinto a necessidade constante de estar falando com o pessoal de maneira mais dinâmica, e eu acho que a melhor forma de fazer isso é por hang-out, mas como isso tomaria um tempo exageradamente longo e por isso seria inviável houve outra ideia. A segunda opção sugerida pela Pâm, foi um grupo de facebook. Aí eu pensei, por quê não? Pode ser bacana.Eu vou criar um grupo no face e depois nós podemos evoluir para um whatsapp, onde rolaria de tudo, desde dicas de livros, até vocês me perguntando sobre filmes e teorias físicas.
Então é isso, manolos e manolas, vou deixar uma enquetezinha rolando para vocês decidirem se é uma boa ou não, ou se querem participar, ou se participariam, enfim.
A enquete vai ficara aqui no blog (pq eu não descobri como fazer na pagina (até descobri, mas da trabalho demais para fazer))
domingo, 24 de maio de 2015
Por que o mundo precisa do Superman?
Sabe, o
objetivo original deste espaço sempre foi o de promover e divulgar o livro que
estou escrevendo “Quatro Selos”, porem forças maiores me obrigaram a, nas
poucas vezes que escrevo algo aqui, fazê-lo de uma forma mais variada além
daquela que só abrange uma narrativa própria. Eu nunca, em momento algum,
primei por visualizações, ou comentários, essa nunca foi minha intenção, se
apenas uma única pessoa ler o que quer que eu tenha escrito aqui já terei ganho
meu dia e se eventualmente comentar dizendo que gostou ou odiou, poxa melhor
ainda.
É nessa pegada
de posts diferentes e pouca divulgação que eu venho escrever o texto de hoje.
Vocês não têm ideia do quanto é difícil para mim escrever isso, porque na minha
concepção não envolve apenas uma única frente, mas sim várias e várias, não se
trata apenas de fantasia, trata-se de uma maneira talvez esquecida, quiçá
totalmente nova de ver o mundo ao nosso redor. E não pedirei para que peguem a
pipoca, tão pouco a fondue, não acho que vá ter tantas pessoas assim lendo, eu
apenas peço que para aqueles que não fecharam a página até agora, leiam as
próximas linhas com tanto carinho quanto eu as escrevo e, bem, eu acho que nos
vemos no final...
Superman,
por que o maior de todos os heróis é também o mais odiado?
Não há maneira
fácil de explicar essa questão em particular. O que há de errado nos mais de
setenta e cinco anos de existência deste personagem? Vou tentar explicar.
“Superman é
muito apelão”
“Ele é meio
bobo”
“Personagem
vazio, sem conteúdo”
As pessoas não
entendem, Clark não foi concebido lá em 1938 como um simples herói comum, ou
pelo menos essa não seria a dinastia dele. Não, com o passar do tempo ele
passou a representar algo maior, todo um conceito, uma forma de ver e viver,
infelizmente nosso mundo atual não acompanhou. Desde meados dos anos 90 nós
passamos a idolatrar um novo tipo de conceito, os anti-heróis, mais violentos,
tidos como mais realistas, com poucos valores morais e muito conflito interno,
isso tudo porque? Apenas porque nós nos sentimos familiarizados com isso?
Passamos a
achar normal as estatísticas que rondam por aí assolando o mundo, aceitamos,
mesmo que de má vontade tudo aquilo que nos é empurrado garganta a dentro.
Buscamos a saída mais fácil e vantajosa não importando a quem ela vá prejudicar
e toda vez que uma luz incide sobre nós, rastejamos de volta a escuridão, pois
ela machuca nossos olhos. Pois é difícil demais sermos bons, é impossível.
É fácil
criticar alguém que se preste a ajudar sem se importar consigo mesmo, é difícil
acreditar, como poderíamos assumidamente agradecer pela presença de um
salvador, ainda que rezemos secretamente no leito de nossas camas por um.
Superman para mim não é um reflexo da realidade como é, ele é um reflexo do que
deveria ser e seus poderes, que muitas vezes o tornam tão sem sentido são
apenas para que torne ainda mais fácil, ou mais difícil a tarefa de ajudar o
próximo.
Sacrifício em prol da felicidade dos outros, ajudar sem esperar nada em troca, fazer o que é certo, pelo simples fato de ser o certo, tudo poderia ser deixado de lado quando se tem poder o bastante e nós sabemos o quanto o poder corrompe, não é? Ainda assim, em uma luta diária consigo mesmo ele consegue fazer o que é correto, o que nos impede de fazer isso também? Porque a verdadeira força está em ajudar os outros a encontrar a sua!
Sacrifício em prol da felicidade dos outros, ajudar sem esperar nada em troca, fazer o que é certo, pelo simples fato de ser o certo, tudo poderia ser deixado de lado quando se tem poder o bastante e nós sabemos o quanto o poder corrompe, não é? Ainda assim, em uma luta diária consigo mesmo ele consegue fazer o que é correto, o que nos impede de fazer isso também? Porque a verdadeira força está em ajudar os outros a encontrar a sua!
Logo eu vejo o ódio
irascível por ele, não apenas a persona Kal-el criado pela Detective Comics, eu
acho que a raiva destoa quase de algo psicológico, eu acho que vem mais de uma
questão simbolista, nós não gostamos do símbolo que ele representa,
simplesmente porque é um ideal difícil demais de se alcançar, algo que
exigiria esforço e sacrifício e os resultados viriam em um tão longo prazo que
ao avaliarmos as condições, não valeria a pena sermos sequer um por cento igual
a ele.
Quanto ao conteúdo
de história, antes que me venham com essa parte, principalmente no que remete
ao Homem de Aço, eu quero que façam essa reflexão:
Todos nós
passamos nossa vida toda aprendendo, desenvolvendo características a fim de que
possamos nos tornar pessoas melhores, pelo menos do ponto de vista pessoal. E
mesmo aquele destinado a nos salvar seja nas histórias, seja no plano real, – e
aqui não coloco religião nenhuma, pelo simples fato de o homem, como animal
pensante, precisa acreditar em alguma coisa e
mais, precisa de um exemplo não importa de onde venha – precisa começar de algum lugar sua empreitada que não é fácil, nem para ele, nem para ninguém.
mais, precisa de um exemplo não importa de onde venha – precisa começar de algum lugar sua empreitada que não é fácil, nem para ele, nem para ninguém.
Por fim, deixo
esse texto em aberto para que possamos ponderar: será que é tão difícil sermos melhores?
Tenhamos em mente que ele pode não nos salvar, mas ainda nos dá esperança de que existe algo melhor e nos inspira a dar o melhor de nós mesmos...
Tenhamos em mente que ele pode não nos salvar, mas ainda nos dá esperança de que existe algo melhor e nos inspira a dar o melhor de nós mesmos...
terça-feira, 28 de abril de 2015
Batman vs Superman Dawn of Justice
Olá amores.
Aqui é o LP de volta. Desculpem o mês de ausência, eu tive que cuidar alguns
negócios, sabem como é né? Ficar milionário, fundar um novo país, (agora podem
me chamar de cão louco de Wadiya) dominação mundial, coisas assim. Mas agora
estou de volta, com conteúdos tão aleatórios quanto as coisas que normalmente
rondam minha cabeça. E claro, a coluna pega a pipoca no Interrupted Dreamer
deve continuar também, se nossa amada amiga Pâmela assim desejar.
Mas agora que
já formalizei meu pedido de desculpas é hora de falar alguma coisa mais legal.
Essas últimas semanas, como vocês puderam ver, saíram várias coisas nerdisticas:
o trailer de Star Wars e o próprio Vingadores, Era de Ultron. E eu até poderia
discorrer sobre Vingadores e farei, se me pedirem, mas não hoje, não nesse
post. Nesse post eu vou falar de algo mais obscuro, algo que ronda as
profundezas de sua mente, que você nega com todas as suas forças, enquanto seu
inconsciente clama fervorosamente. Eu sei que ele está rondando ai e você
também sabe, deixe então que saia. Vamos conversar sem pudor. Hoje falaremos de
Batman vs Superman.
Este deve ser o
filme mais esperado atualmente no cinema.
O que? O filme
conta a história do envolvimento direto dos dois maiores heróis do planeta. E mais
famosos também. Baseado nas histórias de Frank Miller, mas particularmente
duvido bastante que vá seguir à risca a dita história.
No trailer por
outro lado, o que podemos ver é o que transcorrerá ao longo do filme, o tom
soturno, a seriedade com a qual Zack Snyder irá impor agora nos filmes da
Detective Comics desde que recebeu a tocha de Nolan, que por sinal ainda terá
um dedinho nessa produção.
Como? Boa
pergunta... Com câmeras talvez? Pela ótica do Superman teremos apenas mais do que já foi visto em O Homem de Aço. O alien que quando se revela traz um desastre a Terra simplesmente por não se conhecer direito, por não saber a extensão de seus poderes. Já do lado do Batman teremos algo mais dramático, uma coisa já tida do herói, uma raiva, talvez por ter de voltar a ser o homem morcego... não sei. É esperar para ver.
Quando? Em
Março de 2016, lá pelo dia 24.
Onde? No cinema
mais próximo de você. E então, vamos juntos?
Por que? Porque
eu sou uma boa companhia e tenho um conhecimento monstro sobre o assunto.
Precisa de mais?
Falando sério
agora, qual a razão para assistir esse trailer? Simples, há uma pegada
diferente nele, algo que não vemos em outros filmes de heróis, e por heróis quero
dizer Marvel. Muitos vão dizer que filmes assim não deveriam se levar tão a sério,
mas honestamente, para alguém como eu, que gosta de analisar os cenários mais
absurdos há esse vislumbre de como seria o mundo caso um Superman surgisse em
nosso meio. E acho que é isso que Man of Steel e Batman vs Superman vai nos
mostrar.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Explicando Lucy
Confesso pessoal, que logo depois de escrever sobre Lucy, logo não, foi mais pra quando eu comecei a receber os primeiros comentários, eu me vi na obrigação de escrever um post esclarecendo sobre as teorias físicas e o final um tanto quanto controverso do filme. E verdade seja dita, vários empecilhos surgiram no meio do caminho para que eu prosseguisse, dentre eles eu posso citar a falta de espaço. Já que não sabia onde iria postar, eu não deveria fazer. Depois me veio o maior motivo de todos, a preguiça. Onde me perguntei: Droga Gerald, valerá a pena mesmo ter todo este trabalho para um bando de desconhecidos? Eis que respondo: Claro... E quem diabos é Gerald? E com quem estou falando?
Bom, vejamos o que podemos fazer:
Para começo de conversa vou elucidar uma teoria física que poderia fundamentar a mecânica quântica. Teoria das Cordas. Em linhas gerais ela sugere que partículas não são pequenos pontos, mas sim dobras em objetos unidimensionais similares a cordas. Dessa forma, a diferença entre as partículas seria a frequência com que essas cordas vibram. Sobre essa teoria, infelizmente é algo ainda em estágio larval, nada muito concreto simplesmente pelo fato de que por se tratar de extremos da natureza acaba sendo muito difícil provar qualquer coisa nessa área. Mas tentemos leva-la a sério pelo menos para ver como essa teoria unificadora pode esclarecer uma parcela do filme.
Alerta Spoiler: se não assistiu ao filme feche a página.
Em primeiro lugar eu quero colocar aqui, o que li em um pagina a pouco tempo. A capacidade cerebral pode ser de certa forma comparada fazendo-se a seguinte analogia entre vejamos... você. Isso você, essa imensa porção de preparo físico que está lendo isso agora e LeBron James. Não duvido que os dois usem bem seus corpos, mas nós sabemos quem é mais desenvolvido com relação ao mesmo, certo? Logo, nota-se uma diferença entre capacidade e produtividade.
Então vamos tomar por fato que Lucy consiga tirar o máximo de proveito de seu cérebro. Em um primeiro momento no filme já vemos a atriz afirmando ser capaz de sentir as vibrações do planeta, bem como as pessoas, dentre outras habilidades. Frisemos vibrações, isso é importantíssimo. Partindo do preceito de que cada corda no universo “vibra” em um “tom” a fim de formar diferentes partículas, imaginemos que devido ao desprendimento causado pela substancia azul, Lucy agora consegue alterar essas vibrações a vontade a fim de manipular cada uma das partículas fazendo com que elas adotem a forma que ela bem entender. Sendo assim, isso explicaria como ela faria para alterar seu cabelo, o ambiente, aumentar e diminuir o campo de gravidade ao redor dos inimigos coreanos etc. (Teoria by LP XD)
Por outro lado temos a lei da Interação Eletrostática que prevê o campo ao redor do elétron, sendo que sua própria fórmula mostra um campo infinito. Einstein afirmava que a única realidade que existe no cosmos é o campo, e que as partículas não passam de concentrações locais desse campo. Ou seja, tudo é campo e está conectado. Porem temos de entender que, como cada “coisa” vibra em um tom diferente e o campo não vibra, ou vibra em um tom único, nós somos primitivos em relação a este, logo não estamos em sintonia com o mesmo. Para que exista essa concentração, é necessário que o elétron oscile, que ele vibre.
Conforme o final do filme se desenrola, então o que acompanhamos é o vibrar cada vez menos excitado das cordas que compõem Lucy, até que elas tornam-se unas com o campo e este campo muitas vezes é entendido como sendo a consciência do universo, Lucy vira o todo que não vibra, o campo. E como o campo está em todo lugar ela passa a estar em todo lugar. Ela se une a Deus.
O que torna isso tudo verossímil em relação ao filme é o fato de ao final todas as células dela, ao se juntarem, se transformarem no olho de Deus, uma nebulosa.
E imagina que legal, se ao final da cena, depois de uma hora e lavai cacetada, pouco antes de ele desaparecer, o olho da uma piscada?
sexta-feira, 6 de março de 2015
Brainstorm de histórias?!?
Fiquei em duvida sobre o que escrever agora. Quero dizer, por hora a Pâmela do Interrupted Dreamer ainda não me expulsou de lá, por isso vou deixar para falar de filmes apenas no espaço dela. Livros? Há milhares que fazem isso melhor do que eu. Hqs? Vão ter de esperar o canal... Então realmente eu não tenho ideia do que escrever. Por isso vou rascunhar nesse exato momento uma historia de futuro destopico. Ahem, lá vai:
Eu nunca imaginei que um único ser humano pudesse ser capaz de influenciar, e não só isso, literalmente mudar a vida de outro e daqueles ao seu redor. Mas acho que estou me adiantando demais. Deixe eu me apresentar. Meu nome é William e eu sou um extraordinário.
Com isso, não quero dizer que sou melhor do que alguém, até porque quem diz isso é a natureza. Espera! Calma. Estou me adiantando de novo. Vamos voltar do principio.
Lembra que o calendário Maia disse que o fim do mundo seria em 2012? E que seria por catástrofes naturais?
Bom, digamos que eles erraram por uns 488 anos e erraram nos métodos também. Sabe aqueles filmes que diziam que o mundo acabaria em um apocalipse zumbi, ou um vírus mutante dizimaria um terço do planeta, ou robôs ganham consciência e se voltam contra os humanos? Digamos que os miseráveis que idealizaram isso não podiam estar mais errados, o que nos condenou não foi uma dessas coisas mais todas elas juntas.
Tudo sempre começa com intenções nobres, uma vacina contra o HIV, ou para controlar o aumento da população mundial, sei lá, a questão é que em algum ponto a coisa desandou.
A vacina tornou-se uma doença altamente contagiosa, alterou a mente de milhões, que com a premissa de que tudo que é vivo busca se manter assim, acabaram transmitidos de uma pessoa para outra.
Os sobreviventes mais resistentes claro, tiveram uma ideia brilhante, atacariam a praga no mesmo nível. Usaram maquinas nanotecnológicas de escalar celular e sabe qual o problema disso?
As maquinas mudaram a estrutura dos humanos... Não, eu como extraordinário não entro aqui.
Gente, como eu que vocês já devem ter notado, a questão aqui é a sobrevivência, os robôs evoluíram rapidamente e não quiseram mais abandonar os corpos dos hospedeiros e então, como um passe de magica tínhamos outro problema.
Parecia mais que as coisas conspiravam em favor da destruição da raça humana. Sim, vários de nós eramos resistentes, mas não tínhamos poder contra eventuais ataques em massa. Com isso passamos a viver em pequenos grupos, isolados em cidades afastadas umas das outras. Foi então que aconteceu, aparentemente do nada a mãe terra começou a nos ajudar, primeiro com os excepcionais.
Depois vieram o extraordinários.
Eu nunca imaginei que um único ser humano pudesse ser capaz de influenciar, e não só isso, literalmente mudar a vida de outro e daqueles ao seu redor. Mas acho que estou me adiantando demais. Deixe eu me apresentar. Meu nome é William e eu sou um extraordinário.
Com isso, não quero dizer que sou melhor do que alguém, até porque quem diz isso é a natureza. Espera! Calma. Estou me adiantando de novo. Vamos voltar do principio.
Lembra que o calendário Maia disse que o fim do mundo seria em 2012? E que seria por catástrofes naturais?
Bom, digamos que eles erraram por uns 488 anos e erraram nos métodos também. Sabe aqueles filmes que diziam que o mundo acabaria em um apocalipse zumbi, ou um vírus mutante dizimaria um terço do planeta, ou robôs ganham consciência e se voltam contra os humanos? Digamos que os miseráveis que idealizaram isso não podiam estar mais errados, o que nos condenou não foi uma dessas coisas mais todas elas juntas.
Tudo sempre começa com intenções nobres, uma vacina contra o HIV, ou para controlar o aumento da população mundial, sei lá, a questão é que em algum ponto a coisa desandou.
A vacina tornou-se uma doença altamente contagiosa, alterou a mente de milhões, que com a premissa de que tudo que é vivo busca se manter assim, acabaram transmitidos de uma pessoa para outra.
Os sobreviventes mais resistentes claro, tiveram uma ideia brilhante, atacariam a praga no mesmo nível. Usaram maquinas nanotecnológicas de escalar celular e sabe qual o problema disso?
As maquinas mudaram a estrutura dos humanos... Não, eu como extraordinário não entro aqui.
Gente, como eu que vocês já devem ter notado, a questão aqui é a sobrevivência, os robôs evoluíram rapidamente e não quiseram mais abandonar os corpos dos hospedeiros e então, como um passe de magica tínhamos outro problema.
Parecia mais que as coisas conspiravam em favor da destruição da raça humana. Sim, vários de nós eramos resistentes, mas não tínhamos poder contra eventuais ataques em massa. Com isso passamos a viver em pequenos grupos, isolados em cidades afastadas umas das outras. Foi então que aconteceu, aparentemente do nada a mãe terra começou a nos ajudar, primeiro com os excepcionais.
Depois vieram o extraordinários.
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